O diabetes LADA é uma doença autoimune que pode unir características dos tipos 1 e 2, como uso de insulina (tipo 1) e o surgimento tardio (tipo 2). A sigla em inglês significa Latent Autoimmune Diabetes of Adult que, em tradução livre, quer dizer Diabetes Autoimune Latente do Adulto.

Uma das principais características do diabetes tipo LADA é o fato de os pacientes com essas manifestações cardinais de deficiência insulínica serem insulinizados precocemente. Além disso, o médico deve estar atento para o diagnóstico de LADA (DM1).

O exame de hemoglobina glicada e o acompanhamento multidisciplinar são necessários desde o diagnóstico. Continue lendo para entender melhor o que é esse tipo de diabetes, os sintomas, características e também como controlá-lo!

 

O que é a diabetes LADA?

Pessoas com diabetes tipo 1 têm níveis mais altos de auto-anticorpos do que aqueles com LADA. Esta pode ser a razão pela qual as células beta são destruídas mais rapidamente no diabetes tipo 1 do que no LADA.

Com o passar do tempo o paciente desenvolve anticorpos que atacam as células produtoras de insulina e criam uma insulino-dependência e se torna necessário a administração da insulina, como no tipo 1.

Os sintomas do LADA são os mesmos do diabetes tipo 1, porém com o quadro mais “arrastado” de perda de peso. Mas, os pacientes também apresentam aumento da sede, cansaço, alteração da fome, emagrecimento, o aumento da urina e a visão turva.

 

Qual a diferença da LADA para o diabetes tipos 1?

A grande diferença entre o diabetes LADA e o tipo 1 da doença é justamente o fato de a terapia de insulina não ser necessária logo após o diagnóstico, mas nos anos seguintes, conforme a doença evolui.

 

Como é o tratamento?

Normalmente, as pessoas que convivem com o diabetes tipo LADA não necessitam de insulina nos primeiros 3 a 6 meses após o diagnóstico, mas, de acordo com estudos realizados nos Estados Unidos, até 80% dos pacientes necessitarão de insulina nos próximos cinco anos.

 

A importância do acompanhamento multidisciplinar

Independentemente do tipo da diabetes é fundamental contar com uma equipe multidisciplinar para determinar os melhores caminhos para o tratamento. Isso porque fatores como idade, peso, uso de medicamentos orais ou insulina e a interferem nos hábitos necessários para conviver bem com a doença.

Assim como nos outros tipos da doença, questões relativas ao controle glicêmico e à terapia de insulina são fundamentais para a manutenção da qualidade de vida dos pacientes.

Há, também, a necessidade de realizar exames periodicamente, como o de hemoglobina glicada e o de “ponta de dedo”. Consulte seu médico sobre as especificidades do seu tratamento e lembre-se de assinar nossa newsletter para receber informações exclusivas direto em seu e-mail.

 

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