Rendimento:

  • 10 porções – 70g

Ingredientes:

Massa

  • Massa filo – 150g

Recheio

  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva – 8ml;
  • 1 xícara (chá) de couve flor cozida – 60g;
  • 1 xícara (chá) de cenoura cozida – 90g;
  • 1 xícara (chá) de ervilhas cozidas – 130g;
  • 1 colher (sopa) de farinha de trigo – 20g;
  • 1 xícara (chá) de leite desnatado – 240ml;
  • 1 xícara (chá) de cream cheese – 170g;
  • ½ xícara (chá) de creme de leite – 240g.

Para Pincelar

  • 1 ovo batido – 45g

 

Modo de preparo:

Recheio:

  • Aqueça o azeite em uma panela e refogue os vegetais;
  • Polvilhe a farinha de trigo, mexa e junte o leite e o cream cheese;
  • Quando engrossar, desligue o fogo e misture o creme de leite e reserve.

 

Montagem:

  • Corte a massa em 6 partes;
  • Em uma forma de fundo removível untada, coloque uma folha da massa deixando cair
  • dos lados;
  • Bata o ovo e pincele a massa;
  • Cubra com outra folha alternando as pontas até o restante da massa. Então, coloque o recheio no centro e dobre as folhas sobre ele;
  • Asse em forno (250°c) por volta de 20 minutos ou até que doure.

Informações para contagem de carboidratos:

Torta folheada de legumes – 1 fatia (70g) – 100Kcal – 10g CHO

 

Aproveite e confira a receita de smoothie de manga!

 

 

Excelente opção para o lanche da tarde em um dia quente.

Rendimento:

  • 3 porções – 200ml

 

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de gelo – 180g;
  • 1 manga grande em pedaços – 200g;
  • ¼ xícara (chá) de adoçante – 20g;
  • 1 xícara (chá) de iogurte natural – 200g.

 

Modo de preparo:

  • Coloque todos os ingredientes no liquidificador ou mixer;
  • Bata bem;
  • Em alguns momentos, desligue e raspe as laterais;
  • Continue batendo até obter uma mistura lisa e cremosa.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Smoothie de Manga – 1 copo (200ml) – 110Kcal – 24g CHO

 

Quer saber mais sobre o que é contagem de carboidratos? Aproveite e confira o artigo completo em nosso portal.

Se você está procurando por uma opção gostosa e rápida para preparar no lanche ou jantar, acaba de encontrar. Mistura de crepe com tapioca, é preparada com ovo, farinha de tapioca mais e você pode adicionar outros ingredientes de acordo com seu gosto.

Junto com a receita de crepioca, separamos duas opções de recheios.

 

Ingredientes:

  • 1 ovo inteiro – 45g;
  • 1 colher (sopa) rasa de farinha de tapioca – 20g.

 

Modo de preparo:

  • Em uma vasilha, bata bem o ovo;
  • Adicione a tapioca e bata até obter uma mistura homogênea;
  • Coloque todo o conteúdo em uma frigideira antiaderente levemente quente e mantenha em fogo baixo;
  • Deixe por alguns segundos e vire para dourar o outro lado;
  • Não é necessário untar com óleo, azeite ou manteiga;
  • Escolha o recheio de sua escolha, coloque por cima da crepioca e dobre ou enrole a massa.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Crepioca simples – 1 porção (75g) – 160Kcal – 18g CHO

 

Veja abaixo duas opções de recheios deliciosos!

 

Recheio salgado

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) cheia picada de cebola – 10g;
  • 1 colher (sopa) cheia de pimentão picado – 10g;
  • 2 colheres (sopa) de peito de frango desfiado – 20g; 
  • 1 colher (sopa)  de creme de ricota light – 20g.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Recheio salgado – 1 porção (60g) – 66Kcal – 2g CHO

Crepioca salgada completa – 1 porção (135g) – 227Kcal – 20g CHO

 

Recheio doce

Ingredientes:

  • 1 colher (sopa) rasa de pasta de amendoim integral (sem açúcar) – 10g
  • ½ colher (sopa) de geleia diet (sabor opcional) – 10g

 

Informações para contagem de carboidratos:

Recheio doce  – 1 porção (20g) – 69Kcal – 5g CHO

Crepioca doce completa – 1 porção (95g) – 228Kcal – 23g CHO

 

Aproveite e confira a nossa deliciosa receita de rocambole de goiabada com queijo!

 

 

Deliciosa receita de bolo diet para variar um pouco nos lanches do dia-a-dia!

Rendimento:

  • 15 porções – 55g

Ingredientes:

  • 4 ovos – 180g;
  • 1 ½ xícara (chá) de leite desnatado – 300ml;
  • 1 ½ xícara (chá) de farinha de fubá – 180g;
  • ½ xícara (chá) de óleo vegetal – 90ml;
  • 1 xícara (chá) de adoçante dietético culinário em pó – 100g;
  • 1 colher (chá) de canela em pó – 2g;
  • 1 colher (sopa) de fermento químico em pó – 10g.

Modo de preparo:

  • Separe as gemas das claras e reserve;
  • Em uma panela, misture o leite, o fubá, o óleo e o adoçante;
  • Leve a mistura ao fogo até engrossar, mexendo sempre;
  • Retire do fogo, misture as gemas, uma a um;
  • Depois que amornar, misture as claras em neve;
  • Por último, adicione a canela e o fermento;
  • Coloque em uma assadeira untada e polvilhada com o próprio fubá;
  • Asse em forno pré-aquecido à 180°C por 30 minutos;
  • Retire do forno, espere esfriar e sirva.

Informações para contagem de carboidratos:

Bolo de Fubá Diet – 1 fatia média (55g) – 143Kcal – 16g CHO

 

Quer saber mais sobre a relação do açúcar e diabetes?  Aproveite e confira o artigo completo em nosso portal.

Diabetes e atividade física devem estar lado a lado. Se você tem diabetes ou conhece alguém que tenha essa doença, já deve saber que manter o corpo em movimento contribui para o controle glicêmico e a manutenção da saúde.

Neste post, vamos explicar melhor como abandonar o sedentarismo beneficia os diabéticos e, ainda, apresentar uma lista de 7 atividades para quem convive com o diabetes. Acompanhe!

 

A importância dos exercícios físicos

Nosso dia a dia é repleto de inúmeras facilidades — como o uso constante de carros, a existência de elevadores e até os aplicativos que nos trazem tudo à mão em poucos cliques, dentre outras.

Esse estilo de vida funciona quase como um incentivo implícito ao sedentarismo, fazendo com que muitas pessoas não só abram mão da atividade física como se movimentem pouco em suas rotinas.

Vários problemas de saúde podem ser relacionados à essa situação, como a obesidade, a hipertensão, problemas cardiovasculares e até mesmo o diabetes. Por isso, tantos profissionais da saúde recomendam que pessoas de qualquer idade ou condição busquem formas de se movimentar com mais frequência.

 

O poder dos exercícios para os diabéticos

Pessoas que adotam uma vida mais ativa percebem uma melhora global de sua saúde. Isso acontece, sobretudo, para quem se vê motivado a aliar a prática de exercícios a uma alimentação balanceada e outros hábitos mais saudáveis.

Na vida de uma pessoa com diabetes, principalmente do tipo 2, essa mudança de hábitos resulta no melhor funcionamento do organismo. A resposta à insulina se torna mais rápida e o tão desejado equilíbrio dos níveis de glicose se torna mais fácil de alcançar.

Confira os benefícios associados ao poder dos exercícios para diabéticos:

  • Melhora da ação da insulina no organismo;
  • Aumento da sensibilidade celular à insulina;
  • Melhor controle do diabetes;
  • Melhora da captação de glicose pelo músculo (o que pode ocasionar a redução nas doses dos medicamentos e reduzir a chance de ocorrência de problemas relacionados ao diabetes como infarto, problemas renais, de visão, perda da sensibilidade dos nervos, entre outros);
  • Redução do colesterol ruim (LDL), aumento do colesterol bom (HDL) e consequente redução no risco de doença cardiovascular;
  • Melhor controle da pressão arterial;
  • Redução da gordura visceral e risco de infarto;
  • Perda de peso de forma saudável;
  • Redução dos riscos de ansiedade e depressão;
  • Melhora no padrão respiratório;
  • Fortalecimento do organismo e melhoria da qualidade de vida.

 

7 exercícios para sair do sedentarismo

Agora que você já conhece os benefícios em aliar diabetes e atividade física, vai gostar de acompanhar nossa lista com sugestões para colocar o corpo em movimento.

A recomendação é de que as atividades aconteçam de forma regular, por um período mínimo de 30 minutos diários ou 150 minutos semanais para adultos e idosos. No caso de crianças, uma hora por dia de atividades físicas variadas, como esporte, dança, brincadeiras, dentre outros.

Conheça 7 exercícios para diabéticos:

1. Caminhada — esse é um exercício que permite que cada pessoa respeite seu próprio ritmo e evolua gradualmente, desde que acompanhado por um profissional. O resultado é a melhora do ritmo cardíaco e a perda de peso por se tratar de um exercício aeróbico;

2. Corrida — esse tipo de exercício aeróbico aumenta a resistência muscular, favorecendo a saúde cardiovascular e respiratória, além de contribuir para a redução do nível de glicose no sangue, já que aumenta a sensibilidade à insulina. Excelente para perda de peso e prevenção do diabetes tipo 2;

3. Bicicleta — atividades aeróbicas em geral são interessantes para os diabéticos. A bicicleta ajuda a fortalecer a musculatura e coração, além de estimular o funcionamento dos pulmões e a circulação sanguínea para pernas (membro inferior alvo de uma das complicações do diabetes). Também contribui com o aumento do gasto calórico pelo corpo;

4. Natação — a natação é um exercício físico bastante completo e muito recomendado, principalmente para pessoas com obesidade. Contribui para o fortalecimento da musculatura, o aumento da frequência cardíaca, estimula os pulmões e favorece a perda de peso. Tudo isso sem causar impactos nas articulações;

5. Pilates — o pilates é um bom exercício para diabéticos porque, ao promover o fortalecimento muscular, contribui para a o aumento do metabolismo. Como consequência, favorece a redução do nível de glicose no sangue, proporciona mais equilíbrio e, no caso de quem tem alguma complicação, é recomendado para aliviar tensões;

6. Yoga — a prática da Yoga contribui diretamente para a redução dos níveis de stress, já que com os exercícios de relaxamento os pacientes apresentam menor secreção de hormônios, como adrenalina e cortisol. Além disso, contribui para o relaxamento muscular e aumento na irrigação sanguínea, melhorando o controle dos níveis glicêmicos, dentre muitos outros benefícios;

7. Musculação — Exercícios anaeróbicos de resistência, como musculação, são cruciais para o aumento de massa magra corporal. Mesmo para quem deseja ou precisa emagrecer, esse ganho de massa magra é positivo porque acelera o metabolismo e contribui para a queima de calorias. Os músculos mantêm a glicemia baixa por um tempo prolongado, diferente das atividades aeróbicas, já que são importantes consumidores de glicose.


Além disso, a situação oposta, de perda de massa magra, dificulta a manutenção dos níveis adequados de açúcar no sangue e contribui para o aumento do percentual de gordura corporal.

 

Como alcançar melhores resultados

Acompanhando nossa lista de exercícios para diabéticos, pode ser que você tenha se sentido um pouco desencorajado por se deparar com algo que não saiba como fazer.

Por isso, vamos falar sobre o que fazer para tirar o máximo proveito das atividades e alcançar os melhores resultados. A ideia é ajudar você a melhorar a qualidade de vida e sua relação com o diabetes. Veja só:

Tenha orientação profissional para as atividades — certifique-se de contar com acompanhamento ou orientação de especialistas para a prática de qualquer atividade física. Assim, você evita erros de execução, adequação ou intensidade que resultem em problemas;

  • Saiba quais atividades são recomendadas para você — cada pessoa tem características e necessidades próprias que devem guiar a escolha das atividades ideias. Além do profissional de Educação Física, buscar a orientação de seu endocrinologista e cardiologista é importante;
  • Mantenha-se hidratado e alimente-se bem — a mudança de hábitos na alimentação que acompanha a prática de atividades físicas deve ser sempre positiva. Esteja certo de fazer refeições leves, porém nutritivas e adequadas à sua dieta antes e após os exercícios. Beber água antes, durante e depois também é necessário;
  • Escolha horários adequados — para aliar atividades físicas e diabetes com sucesso, é fundamental saber escolher um horário que não coincida com o período de pico da ação de medicamentos que baixam o nível da glicose. Assim, evita-se o mal-estar, desmaios e outros problemas;
  • Faça a medição da glicemia antes e após a atividade — como complemento à dica anterior, vale ressaltar a importância de fazer o teste de glicemia capilar para se certificar de que o nível de glicose está adequado. Quando necessário, meça a glicemia também durante o exercício;
  • Tenha sempre um sachê “glicose” ou fonte de açúcar — ter uma fonte de carboidrato de rápida absorção (mel, rapadura) ou um sachê de glicose é a solução para reverter quedas do nível de glicose no sangue (hipoglicemia);

  • Leve consigo a sua identificação de diabético “Eu tenho diabetes”— a identificação do diabético permite que outras pessoas saibam como agir em caso de problemas;

  • Repita o teste de ponta de dedo — para práticas físicas mais longas, pode ser interessante verificar a glicemia a cada meia hora e acompanhar variações e quando necessário fazer as correções. E sempre, ao final das atividades, verifique novamente o nível de glicose no sangue para evitar o risco da hipoglicemia tardia;
  • Mantenha o acompanhamento médico periódico — como dito, a prática de atividades físicas contribui para a redução da glicemia. Mesmo que os testes de glicemia capilar comprovem essa situação, jamais altere a dosagem e frequência de suas medicações por conta própria;
  • Não aplique insulina nos músculos que trabalhará no dia – se for correr, por exemplo, não aplique na perna. No caso de natação, evite aplicar nos braços ou pernas. O exercício faz com que a insulina aja com mais efetividade e a glicose seja absorvida mais rápido, contribuindo para uma possível hipoglicemia;
  • Nunca inicie a prática de exercícios com glicemia inferior a 80mg/dl – é recomendado fazer um lanche leve antes e depois o exercício normalmente. Da mesma forma, não fazer exercícios com glicemia superior a 250mg/dL. Consulte seu médico ou nutricionista para aprender como agir em cada momento!

 

Siga uma rotina de visitas regulares aos seus médicos, inclusive para que possam acompanhar sua evolução. Assim, suas chances de obter todos os benefícios dos exercícios para diabéticos serão muito maiores.

Vale ressaltar que a prática de exercício físico pela pessoa com diabetes é essencial para sua saúde. Porém, é mais importante ainda fazer o acompanhamento médico, com um profissional de educação física e um nutricionista.

 

Então, pronto para abandonar o sedentarismo? Assine nossa newsletter e receba conteúdos exclusivos direto em sua caixa de entrada!

 

Nos posts anteriores em nosso site, vimos a importância de manter o controle da glicemia e uma rotina saudável. Como já estamos em período de férias escolares, decidimos criar esse artigo exclusivo para você que vai viajar ou que sempre está na estrada.

Uma vez que o diabetes não entra de férias junto com você, é fundamental fazer um planejamento para não se esquecer de nada e evitar aborrecimentos na viagem. Assim, você se diverte nas férias sem deixar de lado os cuidados com sua saúde.

Nossa ideia foi desenvolver um artigo com 5 dicas essenciais para você curtir suas férias com tranquilidade e segurança! Boa viagem!

 

1. Leve sempre insulinas e insumos extras (tiras, lancetas, agulhas, cateteres, sensores e baterias)

É muito importante levar um kit extra ou se possível em dobro para prevenir eventuais situações: quebrar de frasco/refil de insulina, precisar de medir a glicemia mais vezes ao dia e não ter tiras reagentes suficientes, faltar adesivos para fixar sensor ou ter de trocar o cateter antes da hora. Se puder leve também um medidor de glicose reserva!

 

2. Tenha sempre com você carboidratos de rápida absorção (mel, açúcar, balas moles, glicose instantânea)

Hipoglicemia, quem já passou por isso sabe como é desagradável, sem ter em mãos carboidratos de rápida absorção, pode ser mais desesperador e por isso é muito importante andar sempre com alguns desses itens (mel, açúcar, balas moles, glicose instantânea) para não passar aperto na hora de corrigir a glicose baixa.

 

3. Se a viagem for internacional, leve sempre uma prescrição médica em inglês

Já imaginou você fora do país sem medicamentos/insulinas e sem insumos para seu tratamento? Tudo por não ter uma receita médica (prescrição de medicamentos) em inglês? Para prevenir incidentes, o melhor é sempre levar uma prescrição em inglês.

 

4. Em viagens longas, tenha sempre em mãos o seu kit diabetes

Medidor de glicose, tiras reagentes, lancetas descartáveis, insulinas, medicamentos orais (se for o caso) e carboidratos de rápida absorção. Esses itens são essenciais no seu kit diabetes, jamais esqueça de estar com eles por perto de você.

 

5. Leve lanches extras!

Ficar muito tempo sem se alimentar pode ocasionar em uma hipoglicemia, por isso, é de extrema importância que você ande com lancinhos extras em sua bolsa de mão. Nunca se sabe quando irá precisar: o vôo atrasa, a estrada congestiona, o ônibus fura o pneu…

 

Insulina, bomba, cateter, sensor, seringa, agulha, medidor de glicose (glicosímetro), fita reagente, lancetas, kit diabetes, correção para hipoglicemias, lanche extra e assim vai indo, cada pessoa com diabetes tem uma forma de tratamento, mas no final, todas precisam se atentar aos cuidados do dia-a-dia e driblar os imprevistos!

Já conferiu tudo em sua bagagem? Agora é hora de ir viajar!

Confira uma receita incrível de sopa de moranga para espantar o frio!

 

Rendimento:

  • 4 porções – 160g

 

Ingredientes:

  • 3 xícaras (chá) de água – 600ml;
  • Abóbora moranga picada – 250g;
  • 3 dentes de alho – 3g;
  • 1 pedacinho de gengibre – 5g;
  • 1 colher (sopa) de azeite de oliva – 8ml;
  • 1 colher (chá) de sal – 2g.

 

Modo de preparo:

  • Descasque, retire as sementes e pique a abóbora;
  • Em uma panela, ferva a água e acrescente a abóbora;
  • Deixe cozinhar por cerca de 25 minutos;
  • Desligue o fogo e deixe esfriar;
  • Doure o alho com o azeite de oliva;
  • No liquidificador, coloque o alho, o sal, a abóbora e a água de cocção. Bata bem;
  • Acrescente o gengibre e bata por mais alguns minutos;
  • Aqueça a sopa para servir.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Sopa de moranga com gengibre – 1 tigela (160g) – 55Kcal – 5g CHO

 

Quer saber mais sobre o que é contagem de carboidratos? Aproveite e confira o artigo completo em nosso portal.

 

O diabetes LADA é uma doença autoimune que pode unir características dos tipos 1 e 2, como uso de insulina (tipo 1) e o surgimento tardio (tipo 2). A sigla em inglês significa Latent Autoimmune Diabetes of Adult que, em tradução livre, quer dizer Diabetes Autoimune Latente do Adulto.

Uma das principais características do diabetes tipo LADA é o fato de os pacientes com essas manifestações cardinais de deficiência insulínica serem insulinizados precocemente. Além disso, o médico deve estar atento para o diagnóstico de LADA (DM1).

O exame de hemoglobina glicada e o acompanhamento multidisciplinar são necessários desde o diagnóstico. Continue lendo para entender melhor o que é esse tipo de diabetes, os sintomas, características e também como controlá-lo!

 

O que é a diabetes LADA?

Pessoas com diabetes tipo 1 têm níveis mais altos de auto-anticorpos do que aqueles com LADA. Esta pode ser a razão pela qual as células beta são destruídas mais rapidamente no diabetes tipo 1 do que no LADA.

Com o passar do tempo o paciente desenvolve anticorpos que atacam as células produtoras de insulina e criam uma insulino-dependência e se torna necessário a administração da insulina, como no tipo 1.

Os sintomas do LADA são os mesmos do diabetes tipo 1, porém com o quadro mais “arrastado” de perda de peso. Mas, os pacientes também apresentam aumento da sede, cansaço, alteração da fome, emagrecimento, o aumento da urina e a visão turva.

 

Qual a diferença da LADA para o diabetes tipos 1?

A grande diferença entre o diabetes LADA e o tipo 1 da doença é justamente o fato de a terapia de insulina não ser necessária logo após o diagnóstico, mas nos anos seguintes, conforme a doença evolui.

 

Como é o tratamento?

Normalmente, as pessoas que convivem com o diabetes tipo LADA não necessitam de insulina nos primeiros 3 a 6 meses após o diagnóstico, mas, de acordo com estudos realizados nos Estados Unidos, até 80% dos pacientes necessitarão de insulina nos próximos cinco anos.

 

A importância do acompanhamento multidisciplinar

Independentemente do tipo da diabetes é fundamental contar com uma equipe multidisciplinar para determinar os melhores caminhos para o tratamento. Isso porque fatores como idade, peso, uso de medicamentos orais ou insulina e a interferem nos hábitos necessários para conviver bem com a doença.

Assim como nos outros tipos da doença, questões relativas ao controle glicêmico e à terapia de insulina são fundamentais para a manutenção da qualidade de vida dos pacientes.

Há, também, a necessidade de realizar exames periodicamente, como o de hemoglobina glicada e o de “ponta de dedo”. Consulte seu médico sobre as especificidades do seu tratamento e lembre-se de assinar nossa newsletter para receber informações exclusivas direto em seu e-mail.

 

Achou o conteúdo interessante? Então compartilhe em suas redes sociais para que mais pessoas entendam o que é o diabetes tipo LADA!

 

Confira uma receita caseira e prática de leite condensado diet para saborear sozinho ou usar em outras preparações.

 

Rendimento:

  • 1 lata – 250g;

 

Ingredientes:

  • 1 copo (americano) de leite em pó desnatado – 45g;
  • ¾ copo (americano) de água quente – 150ml;
  • ½ xícara (chá) de adoçante culinário para forno e fogão – 100g;
  • 1 colher (sopa) de margarina light – 15g.

 

Modo de preparo:

  • Coloque a água no fogo alto até ferver;
  • No liquidificador, bata todos os ingredientes, inclusive a água, por 5 minutos;
  • Deixe descansar de 8 a 12 horas na geladeira;
  • Está pronto para ser utilizado.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Leite Condensado Diet – 1 colher de sopa (15g) – 26Kcal – 5g CHO

No post anterior do Portal Viver Bem com Diabetes, você conferiu o que é um diário glicêmico e para quê ele serve. Mas faltou uma informação essencial, que preferimos abordar em um post exclusivo: como fazer seu diário de glicemia?

Monitorar a taxa de glicemia no sangue não é só para quem está com descontrole glicêmico, é para todo paciente que apresenta diagnóstico de diabetes, seja do tipo 1, do tipo 2, gestacional ou LADA.

Você se encaixa em um desses quadros? Então siga com a leitura e aprenda a fazer seu diário glicêmico!

 

Por que fazer uso de um diário de glicemia?

Para um tratamento personalizado, a equipe multidisciplinar em diabetes que o acompanha precisa de dados precisos sobre suas taxas de glicose nas mais variadas situações. Do momento do café da manhã, até a prática de atividades físicas, pode haver oscilação nos níveis de açúcar no sangue, exigindo medidas preventivas ou corretivas.

Uma situação de hipoglicemia, por exemplo, requer que você reponha açúcar no sangue rapidamente. No quadro de hiperglicemia, o contrário é necessário: reduzir a taxa de glicose no sangue e utilizar medicamentos.

Mas como saber em que momento cada situação ocorre para que você tome as medidas cabíveis? Primeiro você mede a sua glicemia para saber como está naquele momento e, em seguida, consulta o seu diário glicêmico!

Conhecer o índice glicêmico dos alimentos pode ajudar a compreender melhor os efeitos de cada um deles no seu organismo, melhorando o controle do diabetes e potencializando a função do diário de glicemia como um norteador para uma alimentação mais saudável.

Agora que você já sabe a importância do diário de glicemia, vamos às dicas para elaborá-lo!

 

1. Defina os horários de medição da glicemia

Tanto o médico quanto o nutricionista responsável pelo acompanhamento do seu caso podem definir (se é que ainda não o fizeram) os horários em que você deve fazer o teste de glicemia capilar, usando o glicosímetro.

Normalmente, os pacientes com diabetes são orientados a fazer esse acompanhamento imediatamente antes e 2 horas depois das grandes refeições: café da manhã, almoço e jantar; antes de deitar e, em alguns casos, durante a madrugada ou nos lanches intermediários.

Pode ser que a orientação para o seu caso seja diferente disso, portanto, não deixe de consultar seu médico!

 

2. Registre seus objetivos glicêmicos

A Sociedade Brasileira de Diabetes define parâmetros para o tratamento do diabetes, bem como determina os níveis glicêmicos ideais para cada caso. O paciente com diabetes recebe esse tipo de informação do médico responsável e deve manter esse registro sempre próximo para compará-lo às suas medições de glicose.

É com base nesses dados que você sabe se o seu diabetes está sob controle ou se é preciso tomar alguma atitude, como uso de medicamentos ou mudança no plano alimentar.

 

3. Crie sua tabela de acompanhamento

Definidos os horários de medição da glicose, basta organizar as informações em uma tabela, como a que figura abaixo:

 

TABELA DE CONTROLE GLICÊMICO

NOME DO PACIENTE:________________________________________
MÊS:______________

Dia

Café da manhã

Almoço

Janta

Antes

Depois Antes Depois Antes Depois

1

2
3
4
5
6

 

Isso pode ser feito em Excel ou no Google Sheets, por exemplo. Mas lembre-se que seu diário glicêmico deve estar sempre próximo a você, portanto, prefira sempre as versões mobile dessas ferramentas para abrir e editar o documento sempre que necessário.

No caso dos diários impressos, você pode deixá-los sempre junto ao kit diabetes! Lembre-se que o mais importante é mantê-lo sempre atualizado!

 

4. Use aplicativos mobile

Outra opção para manter seu índice glicêmico sob controle é fazer uso de um dos inúmeros aplicativos para smartphones desenvolvidos para este fim.

Existem aplicativos gratuitos e pagos, tanto para Android quanto para iPhones, basta escolher aquele com o qual você melhor se adapta.

A vantagem dos aplicativos para controle glicêmico é que você os mantêm sempre consigo e pode atualizar os dados mesmo estando longe de casa, de forma bastante simples.

Para apresentar os dados na próxima consulta com seu médico, certifique-se de que o aplicativo permite extrair as informações para um relatório consolidado e que possa ser compartilhado via e-mail ou baixado para um documento à parte. Dessa forma fica mais fácil manter seu médico atualizado sobre o seu controle.

 

5. Deixe um espaço para observações

É importante que você deixe um espaço no seu diário de glicemia para inserir observações, como sintomas que acompanham a hipoglicemia ou a hiperglicemia, ou alimentos que você tenha consumido.

Gripes e resfriados não estão ligados diretamente ao diabetes, mas sempre aumentam a glicemia, então anote essas ocorrências. Festas de aniversário, datas comemorativas e o período menstrual também influenciam. Já as gestantes também devem anotar situações de vômitos que podem abaixar a glicemia.

Também é importante levar em consideração outros fatores que podem afetar a sua glicemia.

Nesse sentido, é fundamental tentar identificar a fonte do sintoma, algo que pode ser feito juntamente com sua equipe multidisciplinar em diabetes.

 

6. Seja sistemático em seus registros

O dia a dia corrido, a rotina entre trabalho, estudo, família e outras responsabilidades, não podem afetar o registro das suas glicemias. Você deve desenvolver o hábito de parar tudo o que está fazendo nos horários indicados para fazer a medição de glicose. Somente dessa forma será possível acompanhar a sua evolução no tratamento de diabetes.

Em último caso, faça a medição normalmente e os dados ficarão armazenados no glicosímetro. Ao final do dia, confira seu monitor e anote os horários que não deixou de registrar. Mas, atenção! Não acumule essa tarefa por vários dias!

Considere agendar um alarme em seu celular para os horários em que é necessário fazer o teste de glicemia. Conscientize sua família da importância do exame e peça para que eles o ajudem a lembrar! Para que o seu tratamento seja eficaz, todos devem estar comprometidos com a sua saúde!

 

7. Confie em seu médico

A descoberta de uma doença como o diabetes nem sempre é tratada da forma correta pelo paciente e seus familiares. Segundo dados da OMS, apenas 60% dos pacientes diabéticos realizam o tratamento adequado.

Muitos iniciam o tratamento e o abandonam pela dificuldade de adaptação à medicação, a uma dieta mais saudável, à prática regular de atividades físicas e também as rotinas de monitorização para o controle glicêmico. No entanto, não queremos que você faça parte dessa estatística!

 

É por isso que aqui no Portal Viver Bem com Diabetes trazemos dicas atuais de tratamentos e receitas de alimentos para diabéticos que são de dar água na boca! Agora você não tem mais desculpas para viver bem com diabetes, é só continuar nos acompanhando!