O medidor de glicose é fundamental para quem convive com a diabetes? Muitas pessoas que buscam este aparelho sabem que precisam considerar o preço da fita de glicose e, então, avaliar seu custo-benefício.

Neste post, vamos contar a você um pouco mais sobre o funcionamento e investimento que precisa ser feito para que você tenha sempre fitas novas à disposição para medir seu nível de glicose no sangue.

Assim, você vai entender melhor porque vale a pena contar com o aparelho no seu dia a dia e ter as informações de que precisa para fazer a escolha certa. Acompanhe!

 

O que é e como funciona a fita para medir glicose?

A fita para medir glicose é utilizada junto ao aparelho medidor de glicose para possibilitar a análise do sangue colhido por meio do famoso “furinho no dedo”.

Essa fita é especialmente desenvolvida para que o glicosímetro consiga fazer a leitura da glicemia, permitindo que a pessoa com diabetes se certifique de que seu controle está adequado.

Há na fita uma região devidamente indicada (geralmente por coloração diferente) para indicar o local em que a gota de sangue deve ser colocada. Posteriormente, essa fita deve ter a outra extremidade inserida no aparelho medidor que informará o resultado. Algumas fitas possuem chips que permitem a medição sem o contato com o glicosímetro.

Cada fita para medir glicose só pode ser utilizada uma vez, garantindo que não haja alterações ou erro de leitura no glicosímetro. E é justamente por ser descartável e demandar frequente reposição que o preço da fita para teste da glicemia entra em questão.

 

O preço médio da fita para diabetes:

Avaliar o preço da fita para diabetes é importante para direcionar a escolha do medidor de glicose mais apropriado para você. Isso porque, cada glicosímetro funciona apenas com as fitas de mesma marca e é preciso ter atenção a isso.

O preço da fita, assim como o preço do glicosímetro, varia de um fabricante para o outro e, ainda, em razão de fatores como região do país e quantidade por caixa.

Em média, uma caixa com 50 fitas custa de R$40 e R$120. A diferença de preço se dá, sobretudo, em razão da marca. Mas vale saber que é possível encontrar produtos de qualidade on-line, sem pesar no bolso.

 

Porque contar com um medidor de glicose?

O medidor de glicose é um aparelho que faz parte da rotina de quem tem diabetes, principalmente quando o uso da insulina se faz necessário. Por meio dele, é fácil verificar o nível de glicose no sangue, obtendo informações confiáveis para um controle seguro.

Esse acompanhamento ajuda a verificar como a alimentação está impactando a glicemia, a se certificar de que a medicação está surtindo o efeito esperado, a direcionar a decisão quanto à dose adequada de insulina e, ainda, a identificar variações da glicose em situações pontuais (como antes e depois de atividades físicas).

Dessa forma, o medidor de glicose e suas fitas tornam mais simples a rotina de quem tem diabetes, contribuindo para o que o tratamento seja adequado e para a manutenção da saúde e da qualidade de vida.

 

Ficou interessado em um glicosímetro? Conheça os kits da EasyFy e descubra o mais adequado para você!

 

O Brasil possui mais de 14 milhões de pessoas com diabetes, o que representa nada menos do que 6,9% da população. Saber o que é diabetes, ou estar familiarizado com termos como hipoglicemia e hiperglicemia, é fundamental para compreender a sua situação e tomar boas decisões.

Mas, mais do que isso, é muito importante entender que ao adotar novos hábitos é possível conviver bem com essa doença. E é justamente sobre isso que falaremos nesse artigo especial. Continue lendo e entenda como é possível mudar de rotina para viver bem com diabetes!

 

Hábitos, sua segunda natureza

De acordo com o dicionário, hábito é uma “maneira permanente ou frequente de comportar-se; mania”. Por natureza você não pensa para respirar, andar e piscar os olhos, certo? Essas são atividades que seu corpo realiza de maneira automática, sem precisar envolver a sua consciência.

Da mesma forma, quando você sente fome à tarde e recorre à padaria mais próxima para comprar um pão, sem nem pensar no que está fazendo (ou nas consequências desse alimento em seu organismo) está agindo de maneira inconsciente.

Essa é justamente a primeira coisa que você deve mudar em sua rotina para viver bem com diabetes: trazer para a consciência todos os maus hábitos que oferecem riscos ao equilíbrio correto dos níveis de glicose em seu sangue. Dentre eles podemos destacar, principalmente, a alimentação e a prática de atividades físicas.

 

Alimentação

Tudo que a pessoa com diabetes come ou deixa de comer merece uma atenção especial. A principal dica de alimentação no controle do diabetes não é a restrição alimentar, mas, sim, comer de tudo, em pouca quantidade e várias vezes ao dia.

A melhor alimentação para as pessoas com diabetes é, também, a melhor alimentação para quem não convive com a doença, mas busca uma qualidade melhor de vida.

Isso porque quem convive com essa doença deve optar por alimentos mais saudáveis, como frutas, vegetais, legumes, grãos integrais, leguminosas e carnes magras, além de evitar o excesso de gorduras saturadas, trans, colesterol e carboidratos simples de rápida absorção, que facilita o ganho de peso e prejudica o controle glicêmico.

Cada organismo reage de uma maneira diferente às dietas e tratamentos. Por isso, o ideal é que você procure um nutricionista especializado para fazer um plano alimentar personalizado. Dessa forma é possível potencializar os resultados, atingir as metas do tratamento e acompanhar a evolução da doença com maior precisão.

 

O poder da substituição

Uma vez que você comece a mudar sua alimentação, evitar determinados alimentos, como doces e açúcares, pode ser um verdadeiro desafio. Mesmo que o problema seja o consumo em excesso, muitas vezes é difícil controlar o ímpeto de comer para não ter recaídas.

Nesses casos uma excelente opção é substituir os alimentos contraindicados por outros de menor impacto em sua saúde. É importante saber escolher bem aqueles que se adequem à sua necessidade, sempre considerando a quantidade ingerida.

As frutas também podem ser uma boa sugestão para quem gosta de uma sobremesa ou doce. Mas, atenção! Mesmo sendo saudáveis e ricas em vitaminas e fibras, elas também contêm carboidratos e devem ser consumidas com moderação!

Para entender melhor a substituição é preciso saber que os alimentos foram divididos em grupos de acordo com sua composição nutritiva, por exemplo: carboidratos (pães, massas, arroz, batata), frutas, verduras e legumes, proteínas (carnes, leguminosas ou produtos lácteos), gorduras (boas ou ruins), dentre outras.

As substituições devem ser realizadas sempre de um mesmo grupo de alimentos, respeitando as quantidades estabelecidas em uma porção e melhorando a qualidade nutricional do alimento a ser substituído. Confira a tabela abaixo:

diabetes, tabela, nutrição
Tabela de substituição para diabéticos

 

Lista negra

A diabete eleva os níveis de açúcar no sangue, aumentando o risco de doenças cardíacas e outras complicações crônicas. Alguns alimentos contribuem diretamente nesse quadro, favorecendo o entupimento e o endurecimento de artérias. Por isso, é muito importante que você evite comer essas coisas, optando por alimentos que ofereçam benefícios além das calorias.

Ingredientes e receitas que contenham muito sódio, gorduras trans e saturadas, como os lanches fast food e os produtos industrializados, devem ser consumidos com muita cautela. Produtos lácteos e proteínas animais são fontes ricas em colesterol, por isso também devem ser evitados ou substituídos por uma versão mais saudável.

Mas, atenção! Adultos, crianças e idosos possuem recomendações nutricionais diferentes, por isso, consulte sempre um especialista!

 

Busque orientação de um nutricionista

O acompanhamento médico e nutricional é fundamental para quem convive com a diabetes, independentemente do tipo. Para evitar quadros de hiperglicemia (excesso de açúcar no sangue) ou hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) é preciso estar atento aos detalhes, fazer um monitoramento constante dos níveis de glicose sanguínea e, principalmente, contar com o suporte de bons profissionais.

Peça para seu médico ou nutricionista aponte quais alimentos e ingredientes você deve evitar consumir. Peça, também, para que ele sugira outras opções que podem ser utilizadas para substituí-los em sua rotina alimentar. Com atenção e cuidado é possível conviver muito bem com a diabetes!

 

A prática de exercícios

Existe uma diferença entre praticar exercícios e fazer atividades físicas. Enquanto a primeira se refere a um conjunto sistemático de movimentos, com planejamentos e objetivos específicos, a segunda faz referência a qualquer movimento que retire o corpo do estado de repouso e gaste energia.

De maneira simplificada, praticar exercícios é correr, pular corda, nadar, praticar esportes, dentre outros. Já as atividades físicas incluem uma caminhada até o mercado, subir as escadas até seu apartamento ou fazer uma faxina bem-feita em sua casa.

Entender essa diferença é muito importante, uma vez que a recomendação médica ou de um profissional de educação física muda em cada caso. Existem pacientes cuja prescrição é praticar exercícios para melhorar o controle dos níveis de açúcar no sangue. Para outros, os exercícios físicos em excesso podem ser prejudiciais.

 

Os benefícios de praticar exercícios

Em alguns casos, normalmente onde há um quadro de hipoglicemia ou hiperglicemia crônica, a prática de exercícios não é recomendada. Para a grande maioria das pessoas gastar energia auxilia na manutenção ou perda do peso corporal, contribui para uma melhor circulação do sangue e age na melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Ela contribui, também para reduzir o estresse e melhorar a autoestima.

Para as pessoas com diabetes os benefícios do exercício físico são ainda maiores: a prática aumenta o consumo de glicose pelos músculos, ajudando a controlar o diabetes e a reduzir os níveis de hemoglobina glicada. Além disso, melhora o quadro clínico do paciente ao reduzir os níveis de triglicérides, aumenta o HDL (bom colesterol) e ajuda a controlar a hipertensão arterial.

Uma boa dica para tornar a prática de exercícios um hábito em sua vida é escolher aquela que melhor se adapta ao seu gosto e à sua rotina. Quando você consegue se divertir fica mais fácil seguir o plano no dia a dia.

 

Acompanhe os níveis de glicose

Existem duas formas principais de acompanhar os níveis de glicose no sangue. O primeiro é o exame hemoglobina glicada, realizado em laboratório e que deve ser feito de três em três ou seis em seis meses, dependendo do quão controlada está sua condição.

Esse exame é uma forma eficaz de avaliar os níveis médios da glicose sanguínea nos últimos 3 meses. Quanto maior o nível de glicose no sangue, maior é a taxa de hemoglobina glicada. Existem valores de referência para o melhor controle do diabetes, mas, na verdade, é o médico que irá determinar qual é o ideal para você.

Vale lembrar que essa taxa varia não só com a faixa etária do paciente, mas também de acordo com o risco de hipoglicemia e as demais complicações clínicas.

Já o segundo é o teste de glicemia capilar, também conhecido como “exame de ponta de dedo”. Neste a pessoa com diabetes deve retirar uma pequena amostra de sangue, com ajuda de um lancetador, e medir os resultados com ajuda de uma fita reagente e um glicosímetro.

As pessoas com diabetes que precisam acompanhar a variação da glicose diariamente, ou diversas vezes por dia, devem acrescentar mais um hábito à sua rotina: levar sempre consigo o kit para monitorização glicêmica, composto por lancetador, fita reagente e medidor de glicose (glicosímetro). E, claro, a insulina, caso seja necessário.

Esse resultado é fundamental para que você faça as melhores escolhas para seu tratamento, decida o que comer, em qual quantidade e, também, em qual momento. Além disso, caso os níveis estejam muito acima do ideal é preciso aplicar as doses recomendadas de insulina para a correção. Por isso é tão importante manter o kit sempre por perto.

Entender o que é diabetes, as condições de hiperglicemia e hipoglicemia e aprender a reeducar sua alimentação e fazer exercícios físicos com regularidade são passos fundamentais para conviver bem com a doença em seu dia a dia.

Você sabia que ter bons cuidados com o glicosímetro também deve fazer parte da sua rotina? Saiba a hora de trocá-lo!

 

O medidor de glicose faz parte da rotina de muitas pessoas que têm diabetes, principalmente daquelas que fazem uso de insulina e outros medicamentos para tratamento e controle da doença.

Também conhecido como glicosímetro, esse aparelho traz mais praticidade à rotina da pessoa com diabetes, além de fornecer informações seguras que contribuem para a manutenção da saúde e da qualidade de vida.

Quer saber mais? Continue a leitura do post para conhecer os benefícios do uso do glicosímetro e avaliar seu custo-benefício com base também no preço do aparelho de medir glicemia!

 

Como é o uso do glicosímetro

Como mencionado, o glicosímetro é o aparelho utilizado para medir o nível de glicose no sangue de pessoas com diabetes. Para tanto, é preciso contar com um lancetador para fazer o furo no dedo e colocar a gota de sangue coletada em uma das tiras reagentes que acompanham o medidor de glicose.

Em poucos instantes, o aparelho faz a leitura da quantidade de açúcar contida na gota de sangue e apresenta o resultado em seu monitor, favorecendo os cuidados com a saúde do paciente.

O uso do glicosímetro, assim como o do lancetador, é simples e intuitivo. Por isso, seu uso muitas vezes dispensa a ajuda de outras pessoas, garantindo mais independência ao processo de automonitoramento glicêmico.

 

Os benefícios do medidor de glicose

O medidor de glicose fornece informações valiosas para o tratamento e controle da diabetes. Ao detectar alguma alteração dos níveis de glicose sanguínea, o próprio paciente tem condições de comunicar ao médico a sua situação, adiantando ajustes que se façam necessários, como na dosagem e frequência do uso da insulina, por exemplo.

O uso do glicosímetro também permite que a pessoa com diabetes e profissionais da saúde verifiquem a eficácia do tratamento, o impacto da medicação utilizada e, até mesmo, da alimentação adotada como forma de auxiliar o controle da condição.

Além disso, quem opta por comprar o glicosímetro junto com o lancetador automático, tem a vantagem extra de tornar o processo do “furo no dedo” mais rápido e indolor.

 

O preço do glicosímetro

O preço do aparelho de medir glicemia varia de um fabricante para o outro e em razão da sua qualidade e país de fabricação. O aparelho pode ser vendido de forma avulsa, mas o mais interessante é investir na compra de um kit completo, com lancetador e tiras.

Esse kit pode custar, em média, entre R$39 e R$60 na versão que contém o menor número de tiras. Um mesmo fabricante pode apresentar variação de preço entre um kit que acompanha 50 tiras e outro que acompanha 150 das tiras reagentes.

Um glicosímetro só consegue fazer a leitura do sangue coletado quando a tira utilizada é da mesma marca. Por isso, ao fazer a sua escolha, é importante ter em mente a necessidade frequente de adquirir novas tiras e, então, avaliar qual aparelho disponível no mercado possui o melhor custo-benefício com base em suas próprias rotinas de medição dos níveis de glicose.

  

Na loja da EasyFy você encontra medidores de glicemia de alta qualidade e kits completos com lancetador e tiras. Confira e escolha o seu!

 

Manter o controle dos níveis de açúcar no sangue é fundamental para todas as pessoas que convivem com diabetes. Independentemente do tipo da doença, fazer o exame de glicose capilar com o auxílio de um glicosímetro é fundamental para manter suas metas glicêmicas e uma boa qualidade de vida.

Esses exames podem ser feitos logo antes das refeições, quanto 2 horas após a alimentação e até mesmo com várias horas sem comer, quando é denominado teste de glicemia de jejum. Mas, para garantir a veracidade dos resultados é preciso tomar alguns cuidados. Continue lendo para entender como não errar no controle da diabetes!

 

1. Busque sempre orientação profissional

Vamos começar por um ponto que pode parecer óbvio, mas que é deixado de lado por muitas pessoas. Contar com a orientação profissional especializada é fundamental para saber a evolução e as metas de controle de sua doença, a tolerância de seu organismo a alimentação e/ou medicação e, principalmente, a frequência ideal de exames de glicose necessários para o seu tratamento.

Além do acompanhamento médico, também é extremamente recomendado buscar a orientação de um nutricionista. Esse profissional é capacitado para interpretar seus exames e prescrever a melhor alimentação para que você consiga viver bem com a diabetes.

 

2. Atenção ao horário das medições

Quando consultar um especialista é fundamental que você questione sobre a necessidade de adquirir um glicosímetro e, principalmente, sobre quantas medições você precisa fazer ao longo do dia. Há casos onde são necessárias diversas medições por dia e, em  outras situações, apenas um teste laboratorial esporádico é suficiente.

É importante saber que a quantidade e horários da medições estão diretamente ligados ao tipo de tratamento, ao tipo de diabetes e ao objetivo do controle.

A Sociedade Brasileira de Diabetes informa que, nos casos mais complexos, é importante realizar medições antes das refeições principais, ao deitar e duas horas após as refeições para ajuste da medicação, em caso de insulinoterapia / ou em caso de uso de insulina. Além disso, ao menos uma vez por mês é indicado realizar uma medição de madrugada.

Outro ponto importante é fazer o teste também em situações especiais, como antes e depois da prática de exercícios físicos e, além disso, aumentar a frequência da medição caso esteja doente ou apresente quadros que ofereçam risco de hipoglicemia.

Como regra geral é possível listar os principais momentos de se realizar o exame de glicose:

  • Mais de 8 horas sem ingerir alimentos, exceto água (glicemia de jejum);
  • Antes das refeições (pré-prandial);
  • 2 horas após a refeição (pós-prandial);
  • Antes de dormir;
  • Durante a madrugada (entre 3 e 4 horas da manhã).

De qualquer forma, vale ressaltar a importância de consultar um médico especialista para determinar a frequência ideal de monitoramento para o seu caso específico.

 

3. Higienize bem as mãos

Agora que você já entendeu a importância de buscar acompanhamento profissional e realizar os testes de glicemia nos intervalos corretos, chegou a hora de compreender melhor alguns pré-requisitos práticos fundamentais para que os seus resultados não sejam invalidados e apareçam errados no glicosímetro.

O primeiro deles é fazer uma boa higiene sempre que for realizar o teste. Antes mesmo de pegar no equipamento lave bem as mãos, certifique-se que não há nenhum resto de alimentos, ou até mesmo de sabão, ou desinfetantes como o álcool líquido ou em gel. Essas substâncias podem comprometer o resultado.

É importante também garantir que a mão esteja bem seca sem álcool ou água. Usar de preferência sabonete neutro.

 

4. Quantidade de sangue

Para fazer o exame de glicemia capilar, também chamado de “exame de ponta de dedo”, é preciso que a pessoa com diabetes faça um pequeno furo na ponta de um dos dedos das mãos, com a ajuda do lancetador, e retire uma pequena amostra de sangue — que será depositada na fita reagente em um segundo momento.

Nesse momento é importante retirar a quantidade correta de sangue: uma gota. A quantidade de sangue deve ser suficiente para encobrir o local indicado nas “fitinhas”.

Mais do que isso pode atrapalhar a medição e menos pode não ser o suficiente para que o glicosímetro faça a leitura precisa. Caso fique em dúvida, questione seu médico ou um educador em diabetes e peça para fazer um teste no próprio consultório.

 

5. Atenção aos valores de referência

Os valores de referência, como o próprio nome sugere, servem para que você possa ter uma noção de como está a sua glicemia. A partir da análise do resultado de seu exame de glicose é possível tomar decisões importantes, como a ingestão de alimentos ricos em açúcares e até mesmo a administração de insulina.

Apesar de estes valores de referência servirem para a maioria dos casos, é muito importante que você consulte seu médico sobre os valores ideais para a sua realidade. Isso porque fatores como sua idade, peso, metas de tratamento e a presença de outras doenças podem alterar os valores de referência para você.

 

6. Saiba como funciona o seu glicosímetro

Existem diversos medidores de glicose no mercado, cada um com suas especificidades, pontos positivos e negativos. Para que você faça a melhor escolha é fundamental conhecer as opções e questionar o seu médico ou educador em diabetes sobre a opinião dele acerca dos produtos.

Independentemente de sua escolha, um passo fundamental é ler o manual do fabricante, buscar fontes seguras de informação e entender bem como o aparelho funciona.

Caso tenha qualquer dúvida, não arrisque. Entre em contato com seu médico, nutricionista ou até mesmo com a fabricante do produto. Garantir a qualidade do produto é garantir o sucesso da sua monitorização!

 

Atenção à solução de controle

Considere essa como uma última dica bônus antes de terminarmos nosso conteúdo. A solução de controle é a referência para que seu glicosímetro apresente resultados reais nos exames de glicose. Ela deve ser utilizada sempre que você quiser verificar se o medidor de glicose e as fitas reagentes estão funcionando corretamente.

Consulte o manual do aparelho e o site do fabricante para entender melhor seu papel e como aplicá-lo no aparelho.

 

Diabetes sob controle é sinal de que você está no caminho certo para ter uma vida mais saudável. Mas não esqueça de que às vezes, é preciso trocar o seu glicosímetro!

 

Gostou do post? Aproveite para saber como escolher o melhor glicosímetro para você!

 

Uma dúvida muito comum entre as pessoas que têm diabetes é o que pode e o que não pode comer. Isso porque a alimentação é parte fundamental do tratamento dessa doença e, quando associada a um estilo de vida mais saudável, pode apresentar excelentes resultados no controle do diabetes.

Justamente por isso é possível encontrar inúmeras dietas para diabéticos na internet, além de cardápios específicos para quem apresenta a condição. Mas, mais importante do que listar receitas e pratos é entender os motivos que fazem desse ou daquele alimento uma boa (ou má) escolha.

Continue lendo e entenda melhor quais são os melhores alimentos para diabéticos.

 

Mais do que ingredientes, hábitos

A melhor dieta para diabéticos é, de maneira simplificada, a melhor alimentação possível para qualquer pessoa, com ou sem diabetes. Um cardápio balanceado, rico em nutrientes e fibras e com poucas gorduras ruins e as calorias na quantidade adequada para cada caso, é capaz de nutrir o corpo sem sobrecarregá-lo.

Outra dica muito importante é fazer as refeições em quantidades moderadas, mas em intervalos menores de tempo. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o ideal é que os períodos entre as refeições não sejam menores do que duas horas e nem maiores do que quatro.

 

Alimentação no diabetes: o que você pode comer

Agora que você já entendeu a importância de manter hábitos saudáveis para viver bem com diabetes, vamos citar alguns alimentos que devem compor um bom cardápio para diabéticos.

Vale lembrar que esse material deve ser utilizado para consulta e que o acompanhamento de um nutricionista é indispensável, uma vez que cada organismo funciona de maneira única e o plano alimentar de cada paciente deve ser planejado com individualidade para obter bons resultados! Confira algumas dicas:

 

Carboidratos saudáveis

Durante a digestão os carboidratos se quebram 100% em glicose, no prazo de 15 minutos a 2 horas. Enquanto os carboidratos simples passam por essa transformação rapidamente, aumentando os níveis de glicose sanguínea, os complexos levam mais tempo para serem absorvidos devido à presença de fibras que auxiliam no controle glicêmico.

Concentre-se nos carboidratos complexos, que são mais saudáveis, provenientes de frutas, vegetais, grãos integrais, leguminosas (feijão, ervilhas e lentilhas) e produtos lácteos (leite, iogurte e queijos, por exemplo) com baixo teor de gordura e colesterol.

 

Alimentos ricos em fibras

A fibra alimentar inclui todas as partes de alimentos vegetais que seu organismo não consegue digerir ou absorver.

Ela exerce funções importantes para nossa saúde. Ajuda a controlar os níveis de açúcar no sangue e a regular a forma como o carboidrato é absorvido, além de fornecer saciedade, o que ajuda com a perda de peso.

Alimentos ricos em fibras incluem vegetais, legumes, frutas, castanhas (castanha do pará ou de caju, nozes e amêndoas), leguminosas (feijão, ervilhas e lentilhas), cereais integrais (farinha de trigo integral, farelo de trigo ou aveia).

 

Peixes saudáveis

O peixe pode ser uma boa alternativa para carnes ricas em gordura. O bacalhau, pescado e badejo, por exemplo, têm menos gorduras e colesterol do que a maioria das carnes vermelhas e aves.

Peixes como o salmão, a cavala, o atum e as sardinhas são ricos em ácidos graxos e ômega-3, que promovem a saúde do coração, reduzindo as gorduras do sangue chamadas triglicerídeos. Vale lembrar que uma dieta para diabéticos deve evitar frituras, assim como para qualquer pessoa.

 

Gorduras “boas”

Alimentos que contenham gorduras monoinsaturadas e poliinsaturadas podem ajudar a diminuir seus níveis de colesterol e aumentar o tempo de absorção dos carboidratos, favorecendo o bom controle.

Estes incluem abacates, oleaginosas / castanhas (amêndoas, castanha do pará, amendoim e nozes), azeitonas verdes e, principalmente, azeite de oliva extravirgem. Mas, não exagere! Todas as gorduras são ricas em calorias e devem ser consumidas com moderação.

 

Alimentação no diabetes: o que evitar

O diabetes descontrolado aumenta o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral, favorecendo o entupimento e endurecimento das artérias, o que aumenta o risco de infarto. Além disso, sobrecarrega os rins e lesiona o sistema nervoso.

Alguns alimentos são “inimigos” de uma dieta saudável ao favorecer o descontrole do diabetes e as doenças do coração, por isso não devem fazer parte do cardápio para diabéticos. São eles:

 

Açúcar

Para adotar uma dieta saudável, o ideal é cortar o açúcar e seus derivados (doces e refrigerantes comuns) da alimentação, tendo ou não diabetes.

O açúcar é um “alimento” riquíssimo em calorias e muito pobre em nutrientes. Aumenta rapidamente o nível de glicose no sangue, prejudicando o controle do diabetes e favorecendo o ganho de peso, as doenças do coração e o desenvolvimento do tipo 2 da doença.

 

Gorduras saturadas

As gorduras saturadas são facilmente encontradas em alimentos de origem animal, como produtos lácteos com alto teor de gordura e as proteínas animais, como carne bovina gorda, salsicha, bacon, banha de porco e alimentos industrializados (salgadinho e bolacha recheada, por exemplo) contêm gorduras saturadas.

Apesar de serem de origem vegetal, os óleos também contam com essa gordura, principalmente se aquecidos, portanto, devem ser evitados.

O consumo excessivo destes alimentos aumenta o colesterol e o ganho de peso. Seu consumo deve ser moderado e com consciência.

 

Gorduras Trans

Gorduras trans ou hidrogenadas são encontradas em lanches processados e industrializados (pizza congelada, hambúrguer e produtos de padaria como bolos e doces) e margarinas. Evite esses itens sempre que possível, pois seu consumo pode aumentar o colesterol LDL, conhecido como ruim.

 

Colesterol

As fontes de colesterol incluem todos os alimentos de origem animal, como produtos lácteos (leite e iogurte integrais, queijos gordos e amarelos e manteiga) e proteínas animais, como gemas de ovos, fígado e outras carnes gordas, como picanha, acém e contra-filé, coração de frango e carnes com pele, linguiça.

Evite ingerir grande quantidade ao dia de destes alimentos ricos em colesterol, a fim de manter uma dieta saudável e evitar complicações do coração.

 

Sódio

Elemento químico encontrado naturalmente em muitos alimentos, mas também no sal de cozinha e nos produtos industrializados.

O consumo ideal desse mineral é menos de 2000 mg por dia para adultos, o que equivale a 5g de sal de cozinha. No entanto, se você também possui hipertensão arterial, é importante diminuir essa quantidade para 1.500 mg de sódio por dia.

Recomenda-se a substituição do sal por temperos naturais, como cebola, alho, salsinha, cebolinha, orégano, manjericão e coentro.

 

Apesar de ser possível listar alguns exemplos de alimentos ideais na dieta de um diabético, cada caso deve ser analisado individualmente por um nutricionista especializado.

A alimentação no diabetes além de pedir diversos cuidados, é rodeada de mitos sobre o que pode ou não comer! Conhecer mais sobre a doença faz parte do tratamento.

 

Quer receber nossas novidades direto em sua caixa de entrada? Então assine agora nossa newsletter para ficar por dentro das melhores dicas para viver bem com diabetes!

 

Que tal um cardápio para diabéticos só com receitas deliciosas? Muitas vezes, quem convive com o diabetes teme cair em uma rotina alimentar sem sabor e sem graça. Mas não precisa ser assim.

Fizemos este post justamente para mostrar a você que a combinação entre as palavras receitas e diabetes pode levar a um resultado de dar água na boca. Separamos 8 opções que incluem o café da manhã, o almoço e o jantar, além de receitas de lanches e sobremesas especiais com alimentos para diabéticos!

 

Sugestões para o café da manhã

Um bom café da manhã tem o poder de contribuir para o controle de glicemia e fornecer a energia que influencia a disposição e o bom humor para enfrentar o dia.

 

#1. Café com leite e pão de queijo

  • 01 copo (200ml) de leite desnatado com café sem açúcar/com adoçante;
  • 05 mini pães de queijo;
  • 01 unidade (150g) de salada de frutas.

 

#2. Café com pão na chapa

  • 01 xícara de café sem açúcar/com adoçante;
  • 01 pão francês aquecido na chapa com pouca margarina ou manteiga;
  • 01 copo (200ml) de iogurte desnatado com ½ maçã;
  • 01 colher de sopa de granola diet.

 

Sugestões para o almoço

Para o almoço, separamos sugestões pensando na praticidade que a refeição costumeiramente demanda. Nosso objetivo é mostrar que os alimentos para diabéticos também são bastante conhecidos por aqueles que não convivem com essa condição, o que comprova a ideia de que é possível manter sabores em seu dia a dia, fazendo leves adaptações que contribuem para a sua qualidade de vida.

 

#3. Tradicional arroz com feijão

  • 04 colheres de sopa rasas de arroz;
  • 04 colheres de sopa de feijão;
  • 100g de bife acebolado;
  • 01 colher de servir de cenoura refogada;
  • 01 prato de sobremesa de salada de alface e tomate;
  • 01 banana nanica.

 

#4. Prato com salmão

  • 03 colheres de sopa de arroz integral;
  • 03 colheres de sopa de feijão ou lentilha;
  • 02 colheres de sopa de brócolis ao alho;
  • 01 posta de salmão assada;
  • salada crua à vontade priorizando vegetais verde escuros;
  • 01 colher de azeite de oliva extravirgem para temperar.

 

Pratos para o jantar

Para o jantar, separamos algumas receitas adequadas ao diabetes com o intuito de apresentar um cardápio para diabéticos com opções especiais para quem deseja quebrar a rotina com pratos simples e saborosos.

 

#5. Sopa de cebola

Ingredientes:

  • 02 xícaras de chá de cebola cortada em rodelas finas;
  • 01 xícara de chá de alho poró também em rodelas finas;
  • ½ xícara de chá de cebolinha-verde;
  • 01 colher de chá de azeite de oliva;
  • 02 colheres de chá de farinha de trigo;
  • 04 colheres de sopa de leite em pó desnatado;
  • 03 xícaras de chá de caldo de galinha 0% de gordura;
  • 01 colher de chá de mostarda;
  • 01 colher de chá de sal;
  • 04 pães italianos (opcional).

Modo de preparo:

Refogue a cebola, o alho poró e a cebolinha no azeite. Polvilhe farinha de trigo e mexa bem para dissolver. Acrescente o leite, o caldo de galinha, a mostarda e o sal. Deixe cozinhar por 20 minutos.

Opção: servir dentro do pão italiano ou acrescentar o pão em pedaços dentro da sopa.

 

#6. Risoto do mar

Ingredientes:

  • ½ xícara de chá de arroz integral;
  • 200g de filé de badejo em tiras;
  • 01 cebola pequena ralada;
  • ½ xícara de chá de vinho branco;
  • 02 xícaras de chá de caldo de galinha 0% gordura;
  • ½ xícara de chá de creme de leite light;
  • 01 xícara de chá de brócolis cozido e picado;
  • 01 colher de sopa de queijo parmesão light ralado.

Modo de preparo:

Aqueça o azeite em uma panela, doure o peixe e reserve. Use a mesma panela para refogar a cebola. Em seguida, acrescente o arroz, o vinho, metade do caldo de galinha e deixe ferver. Diminua o fogo e cozinhe acrescentando o restante do caldo de galinha até que o líquido seque e o arroz esteja macio. Adicione o creme de leite, o peixe e o brócolis e misture. Desligue o fogo, adicione o parmesão e sirva.

 

Lanches e Sobremesas

Para manter a glicose controlada, é importante evitar passar longos períodos sem se alimentar e por isso lanches precisam fazer parte do cardápio para diabéticos. Além disso, a escolha correta de alimentos para diabéticos permite a inclusão de até mesmo sobremesas, sobretudo em ocasiões especiais. Veja só!

 

#7. Iogurte grego

Há alguns anos, o iogurte grego ganhou fama no mercado, principalmente em razão de sua cremosidade e do alto teor de proteína. E, assim, se tornou o queridinho de muita gente. A boa notícia é que esse alimento pode compor um bom lanche também para quem tem diabetes.

Ingredientes:

  • ½ xícara de iogurte tipo grego sem adição de açúcar;
  • 01 colher de sopa de uva passas

Modo de preparo:

Basta misturar as passas no iogurte. Simples, prático e gostoso!

 

#8. Salada de frutas com creme de pêssego

Ingredientes:

  • 01 xícara de chá de pêssegos em calda diet;
  • 01 xícara de chá da calda do pêssego;
  • 01 xícara de chá de morangos cortados em fatias;
  • 01 manga cortada em cubos;
  • 02 bananas cortadas em rodelas

Modo de preparo:

Bata o pêssego e calda no liquidificador para fazer o creme. Disponha as frutas em um recipiente untado com manteiga e cubra com o creme. Leve ao forno médio (preaquecido) por 20 minutos. Sirva ainda quente.

 

Dicas importantes para o seu cardápio para diabetes

Ao pensar em receitas e diabetes é importante estar atento a alimentos que são benéficos à sua saúde e precisam fazer parte da rotina alimentar das pessoas que apresentam essa condição.

É o caso dos carboidratos saudáveis encontrados em leguminosas (como o feijão e as lentilhas), em vegetais, frutas, grãos integrais e laticínios com baixo teor de gordura. Alimentos ricos em fibras, peixes saudáveis (como o salmão e o badejo) e até as chamadas gorduras boas (como as do azeite de oliva extravirgem).

Além disso, é sempre interessante seguir a orientação e tirar dúvidas com os profissionais que acompanham a sua saúde. Um nutricionista sabe como montar um cardápio para diabéticos que, além de adequado, siga seus gostos e preferências.

 

Quer conhecer mais receitas deliciosas como essas? Continue acompanhando o portal Viver Bem com Diabetes!

 

 

Diariamente, pessoas com diabetes precisam colher algumas gotas de sangue para checar seus níveis de glicose capilar. Antigamente, esse procedimento era feito de forma completamente manual, causando certo desconforto. Hoje, porém, é possível contar com lancetadores automáticos que tornam o processo mais simples, rápido e indolor.

Quer saber mais sobre esse dispositivo capaz de facilitar o seu dia a dia? Continue a leitura. Neste post, vamos contar tudo o que você precisa saber sobre o lancetador, incluindo suas principais vantagens para quem tem diabetes. Acompanhe!

 

O que é um lancetador

Pode ser que você já conheça lancetas automáticas que contêm uma agulha revestida de plástico formando um dispositivo que permite que você faça, manualmente, o famoso “furinho no dedo” para a coleta do sangue e medição da glicemia.

O lancetador é um dispositivo mais avançado, mas ainda de simples manuseio e utilização. Tem o formato similar ao de uma caneta e um sistema que faz um disparo rápido e seguro da agulha das lancetadoras descartáveis, possibilitando que a coleta seja feita de forma mais prática e com pouca ou nenhuma dor.

O preço do lancetador varia de acordo com o fabricante. Muitos, como a EasyFy, oferecem um kit completo com o dispositivo, lancetas, glicosímetro (aparelho medidor de glicose) e as tiras reagentes utilizadas no aparelho.

 

Como funciona o lancetador

Existem diferentes marcas de lancetador, mas funcionam de maneira muito parecida. Para utilizar o dispositivo, é preciso contar com lancetas descartáveis que sejam compatíveis com o equipamento.

Para inserir as lancetas descartáveis que contém a agulha, basta abrir o dispositivo e posicioná-las corretamente (segundo indicado nas instruções do produto). Em seguida, é necessário tirar o lacre que protege a ponta da agulha e fechar o lancetador.

Depois, é necessário regular o dispositivo para adequar o disparo de acordo com a resistência da pele — a regulagem do lancetador vai do 1, para peles mais finas, ao 5, para peles mais resistentes. E, então, posicionar a “caneta” junto ao dedo e apertar o botão para liberar a agulha e fazer o furinho.

 

Vantagens do lancetador e das lancetas descartáveis

Além de rápido e prático, o uso do lancetador evita que qualquer instabilidade (como tremores) ou o excesso de força torne o processo doloroso.

Há quem opte por reutilizar as lancetas, higienizando-as entre uma coleta e outra, considerando que seu lancetador é um dispositivo de uso pessoal. Porém, para evitar infecções, dor e outros problemas, o mais indicado é utilizar cada uma das lancetas apenas uma vez.

Vale saber, lancetas boas contam com tecnologia avançada para que sua ponta faça o furinho no dedo de forma mais confortável e a reutilização tende a enfraquecer a agulha, tornando o procedimento mais doloroso.

A recomendação dos fabricantes e das sociedades médicas é para a NÃO reutilização das lancetas, uma vez que quanto mais se usa, maior é o desgaste do material, que perde a lubrificação e a potência do corte, por exemplo.

Muitas pessoas com diabetes têm dificuldade para conseguir coletar a quantia necessária de sangue, sem precisar apertar o furinho para forçar a formação de uma gota maior, causando mais dor. O uso do lancetador e de lancetas descartáveis evita essa situação, além de tornar o processo mais simples e seguro.

 

Gostou do post? Aproveite para saber como escolher o melhor glicosímetro para você!

 

O glicosímetro é o aparelho utilizado por pessoas com diabetes para realizar o controle dos níveis de glicose no sangue. Em alguns casos, como na diabetes tipo 1, é preciso realizar diversas medições ao longo do dia, a fim de manter os níveis controlados e tomar decisões acertadas sobre, principalmente sobre a medicação.

Mas, assim como qualquer equipamento eletrônico os aparelhos de medir glicose, ou medidores de glicose, também necessitam de cuidado, manutenção e, em último caso, da substituição por uma nova unidade. Continue lendo e entenda quando é a hora de trocar o seu aparelho de glicemia!

 

Problemas por má utilização

Os medidores de glicose dependem de dois fatores principais para funcionar perfeitamente: o correto manuseio do aparelho e a sua calibração. Nesse contexto, os problemas provenientes da má utilização são muito mais comuns do que os erros de fabricação.

Principalmente no caso das pessoas que precisam realizar medições diárias, ou até diversas vezes ao dia, é preciso tomar alguns cuidados:

Calor excessivo

Evite deixar o aparelho em locais excessivamente quentes, como o porta-luvas do carro. É importante evitar, também, expor o aparelho diretamente ao sol. Uma boa sugestão é levar o glicosímetro em sua bolsa própria.

Frio excessivo

O frio em demasia também pode prejudicar o funcionamento do glicosímetro. Se a bateria do aparelho permanece em locais frios por muito tempo, o equipamento pode deixar de ligar e impedir que você faça suas medições no horário correto.

Quedas e impactos

As quedas também são uma causa muito comum de mal funcionamento nos aparelhos de glicemia. Pode parecer óbvio, mas tomar cuidado para não deixar o aparelho cair é fundamental para sua durabilidade.

Ambientes molhados ou com umidade em excesso

Como qualquer aparelho eletrônico, os glicosímetros também não devem ser expostos à água e nem a ambientes muito úmidos. Isso pode acarretar, inclusive, na perda total do equipamento.

 

Mas, quando devo trocar o glicosímetro?

Caso o seu medidor de glicose tenha passado por alguma das situações citadas acima é possível que ele apresente defeitos e/ou uma mensagem de erro no visor. O mais indicado nessa hora é remover a tira, caso esteja inserida, desligar o aparelho e voltar a ligá-lo. Fazer isso irá reiniciar o sistema e ele pode voltar a funcionar.

Outro problema muito comum são os resultados fora da realidade. Quando o aparelho está descalibrado é possível que ele apresente dados muito acima ou abaixo do que você está acostumado a ver.

Nesses casos é preciso considerar alguns fatores que podem alterar drasticamente os resultados antes de descartar o seu aparelho de glicemia:

  • mudanças drásticas na alimentação;
  • alterações na prática de esportes (para mais ou para menos);
  • lave bem as mãos antes de testar o aparelho para não contaminar as fitas;
  • tenha certeza de que a fita de teste é compatível com a marca do seu aparelho;
  • utilize a solução-controle fornecida pelo fabricante para calibrar o equipamento de acordo com as instruções do manual.

 

Outro ponto importante a ser verificado é a bateria do medidor de glicose. Quando ela está fraca, o aparelho pode apresentar resultados errados ou até parar de funcionar. Realizar a troca da bateria antes de considerar o descarte pode poupá-lo de gastos desnecessários!

Caso todas as opções acima tenham sido descartadas chegou a hora de trocar o seu medidor de glicose por um novo aparelho. Existem várias opções no mercado, algumas melhores que as outras. Por isso, pesquise bastante e opte por aquela que melhor se adapte à sua realidade.

 

Assine agora a nossa newsletter e receba informações valiosas sobre como Viver Bem com Diabetes!

 

Você já aprendeu aqui no Portal Viver Bem com Diabetes que essa doença possui diversos tipos. Apesar de os sintomas do diabetes variarem e alguns serem assintomáticos, em todos os casos é fundamental realizar testes de glicemia capilar e laboratorial e exames, como por exemplo, o de hemoglobina glicada.

Nesse artigo vamos explicar um pouco mais sobre as principais diferenças entre os diabetes de tipo 1 e 2. Você entenderá como cada uma delas surge e, também, quais são os exames, tratamentos e hábitos necessários para conviver bem com esses dois tipos de diabetes.

 

O diabetes tipo 2

Cerca de 90% das pessoas que possuem diabetes apresentam o tipo 2 da doença, fazendo dele o mais comum de todos.

Para entender melhor essa condição é preciso compreender o papel da insulina: ela é produzida pelo pâncreas e utilizada pelo organismo para regular a quantidade de açúcar no sangue ao transportar a glicose para dentro das células.

Quando o pâncreas não produz um nível suficiente de insulina, ou não consegue utilizar a insulina produzida corretamente, o nível de açúcar no sangue aumenta e acarreta em um cenário de hiperglicemia.

Essa condição pode ser controlada através da alimentação saudável, prática de exercícios físicos e uso de medicamentos via oral. Se necessário, pode ser usada terapia com insulina, por isso, o acompanhamento médico é fundamental.

 

O que causa diabetes tipo 2?

O tipo 2 da doença é mais comum em pessoas acima dos 40 anos, mas a cada dia mais crianças e jovens são diagnosticados com essa doença. Ela pode ser causada tanto por fatores genéticos quanto por maus hábitos, como uma alimentação desbalanceada, sedentarismo, sobrepeso e obesidade.

No caso da propensão genética, o diabetes tipo 2 pode ser como uma herança familiar, o que quer dizer que caso alguém da sua família, principalmente pais ou avós (ou parentes de 1° ou 2° grau), tenham a doença, suas chances de desenvolver o diabetes tipo 2 é maior, por isso é melhor adotar hábitos saudáveis o quanto antes.

Alguns sinais e sintomas do diabetes tipo 2 podem ser:

  • ir ao banheiro frequentemente para urinar;
  • excesso de sede e fome;
  • cansaço e fraqueza;
  • má cicatrização de feridas;
  • formigamento e perda da sensibilidade em membros inferiores.

 

O diabetes tipo 1

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune, ou seja, o próprio sistema de defesa do organismo ataca as células beta (que produzem insulina no pâncreas). Com isso, o hormônio não é produzido e o nível de açúcar no sangue se eleva.

A condição é mais comum em crianças e adolescentes, mas o diabetes tipo 1 também pode se desenvolver em adultos. Ele não tem cura, mas pode ser controlado por meio de acompanhamento constante dos níveis de glicose no sangue, terapias de insulina e mudanças na alimentação e no estilo de vida.

 

O que causa o diabetes tipo 1?

As causas do diabetes tipo 1 ainda não foram precisamente desvendadas pela ciência. Todavia, é possível afirmar que se trata de uma doença autoimune, onde as células do pâncreas são destruídas pelo próprio organismo, causando a deficiência na produção de insulina.

Alguns sinais e sintomas do diabetes tipo 1 são:

  • aumento da sede e boca seca;
  • frequentes idas ao banheiro;
  • crianças começam a urinar na cama durante a noite (sendo que não o faziam antes);
  • fome extrema;
  • perda de peso involuntária;
  • irritabilidade e outras mudanças de humor;
  • fadiga e fraqueza;
  • falta de concentração;
  • dor de cabeça.

Caso você ou alguém de sua família apresente algum desses sintomas, consulte um médico imediatamente.

 

Acompanhe os conteúdos do nosso portal para saber como viver bem com diabetes e lembre-se de assinar nossa newsletter para receber informações valiosas direto em sua caixa de entrada!

 

A diabetes mellitus é uma complicação clínica que acomete mais de 16 milhões de brasileiros, nada menos do que 8,1% da população nacional, segundo um relatório da OMS. Este transtorno de origem metabólica é caracterizado por uma grave hiperglicemia (alta concentração de glicose no sangue).

Neste artigo, você vai saber quais sinais e sintomas podem indicar a diabetes e como lidar com cada um deles. Boa leitura!

 

Características e sintomas da diabetes tipo 1

Este tipo de diabetes tem origem no sistema imunológico, quando o corpo ataca, por engano, as células pancreáticas, o que tem como causa direta a destruição das células responsáveis pela produção de insulina.

A consequência direta da falta deste hormônio é o aumento da concentração de glicose na corrente sanguínea, com resultados prejudiciais para o organismo, como insuficiência renal ou problemas na visão.

Entre os principais sintomas da diabetes tipo 1, figuram:

  • Frequente vontade de urinar;
  • Fome e sede intensificadas;
  • Perda de peso sem motivos aparentes;
  • Forte odor no hálito;

 

O mais comum é que esta variedade seja acusada ainda na infância ou mesmo na adolescência, quando ocorre a alteração do sistema imunológico. Após o momento do diagnóstico o tratamento tem início com múltiplas injeções de insulina ao dia.

Em paralelo, o paciente deve manter uma dieta balanceada e saudável, seguindo orientações médicas e nutricionais. A atividade física regular também é fundamental, já que contribui para manter o índice glicêmico controlado e o metabolismo ativo e funcional.

 

Características e sintomas da diabete tipo 2

A diabetes tipo 2 é a variação mais comum encontrada e tem suas causas tanto em fatores genéticos como nos hábitos de nossas vidas. Neste caso, o consumo de açúcar em excesso, como também de alimentos gordurosos, a falta de exercício, a obesidade ou peso acima do indicado são fatores que podem ocasionar distúrbios na produção de insulina e em sua ação no metabolismo.

Como é um tipo de diabetes mellitus que se desenvolve ao longo da vida, é comum ser diagnosticado a partir dos 40 anos. A diabetes tipo 2 é perigosa porque não apresenta sintomas em seu estágio inicial. Mesmo assim, quando o estado é mais avançado, e sem que o paciente tente identificar e tratar o distúrbio, pode apresentar os sintomas a seguir:

  • Sede intensa;
  • Fome aumentada;
  • Vontade frequente de urinar;
  • Dificuldades de cicatrização, até mesmo nas feridas mais simples e superficiais;
  • Distúrbios na vista, como visão turva;
  • Cansaço constante;
  • Sensação de formigamento, principalmente nas pernas.

 

A diabetes tipo 2 passa por uma fase chamada de pré-diabetes, que pode prolongar-se por meses ou até mesmo por anos. Um dos problemas é a falta de acompanhamento e exames de rotina, que poderiam indicar a alta da glicose no sangue, em níveis acima do normal, mas não alarmantes.

Agora que você leu nosso artigo, ficou mais claro quais são os sintomas que podem indicar diabetes e quais são as características de cada tipo de diabetes.

Aqui no Viver bem com Diabetes você encontra informações para ter uma rotina mais saudável e conviver com restrições sem perder qualidade de vida! 

Quer ficar por dentro das novidades do nosso portal? Inscreva-se em nossa newsletter!