receita do bolo de banana com aveia é maravilhosa. Basta bater os ingredientes no liquidificador e pronto! Sem farinha, sem açúcar e com um toque de canela.  

 

Rendimento:

  • 12 porções – 40g

 

Ingredientes:

  • 2 ovos inteiros – 90g;
  • ½ xícara (chá) de uvas passas pretas – 67g;
  • ¼ xícaras (chá) de óleo – 60ml;
  • 2 xícaras (chá) de flocos de aveia – 160g;
  • 2 bananas nanicas bem maduras – 85g;
  • 1 colher (sopa) de adoçante culinário para forno e fogão – 2g;
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó – 10g.

 

Modo de preparo:

  • No liquidificador, bata todos os ingredientes;
  • Coloque o fermento por último;
  • A massa fica bem densa;
  • Unte e polvilhe uma assadeira com farinha de trigo ou farinha de aveia;
  • Leve para assar em forno, preaquecido, a 200°c por 35 minutos;
  • OBS: O tempo para assar, depende muito de cada forno. Faça o teste do palito para confirmar se está bem assado. Só abra o forno após 30 minutos para não murchar;
  • Na hora de servir, polvilhe canela.

Informações para contagem de carboidratos:

Bolo de banana diet – 1 fatia média (40g) – 122Kcal – 13g de CHO

 

Quer saber mais sobre alimentação saudável? Então confira o nosso artigo completo: Entendendo a pirâmide alimentar!

 

 

A pirâmide alimentar é uma maneira simples de classificar os alimentos em diferentes grupos segundo suas composições nutricionais. Através da representação gráfica, a pirâmide alimentar é um guia para quem busca uma alimentação saudável.

O conceito de grupos alimentares surgiu em 1990, nos Estados Unidos. Mas, como os hábitos alimentares mudam de um país para outro, o Departamento de Nutrição da USP (Universidade de São Paulo), em 1999, criou a versão brasileira.

Na nova pirâmide alimentar, além de focar na alimentação saudável, destaca também a importância de praticar uma atividade física e da hidratação.

 

Entendendo os grupo alimentares

Grupo 1 – Cereais, pães, farinhas, massas, raízes e tubérculos

É composto por alimentos energéticos que devem ser consumidos em maior proporção por oferecerem energia ao organismo. Ricos em carboidratos, alguns podem facilmente serem absorvidos e aumentarem rapidamente a glicemia. Por isso, conhecer as diferentes fontes e seus efeitos na glicemia é fundamental para o controle glicêmico ou para perda de peso.

É importante priorizar o consumo dos carboidratos ricos em fibras que retardam o tempo de absorção da glicose e evitam picos prejudiciais ao controle. São recomendados 6 porções ao dia do grupo 1: grãos cereais (farelo de aveia ou trigo), arroz branco e integral, pães brancos e integrais, farinha de trigo branca e integral, macarrão comum e integral, batatas doce ou inglesa, milho ou mandioca.

 

Grupo 2 – Verduras e legumes

É composto por alimentos de origem vegetal, conhecidos como reguladores por fornecerem vitaminas, minerais e fibras que regulam o funcionamento do organismo. Não há necessidade de contar carboidratos desse grupo, desde que o paciente respeite a quantidade estabelecida. Caso ultrapasse a recomendação, alguns alimentos como cenoura e beterraba devem ser contabilizados.

Por serem ricas em fibras, as hortaliças contribuem no controle da glicose, na saciedade e no bom funcionamento do intestino. São recomendados, no mínimo, 3 porções ao dia do grupo 2: vegetais folhosos (rúcula, alface, repolho, agrião, couve), legumes (abobrinha, chuchu, beringela, abóbora moranga, pepino, couve flor, cenoura, beterraba, tomate).

 

Grupo 3 – Frutas

Também é composto por alimentos de origem vegetal, conhecidos como reguladores por fornecerem vitaminas, minerais, água e fibras que regulam o funcionamento do organismo. Ao contrário do grupo anterior, é necessário contar os carboidratos das frutas. Isso porque, até mesmo a frutose (açúcar presente nas frutas), apesar de natural também aumentam a glicose e podem prejudicar o controle glicêmico da pessoa com diabetes.

São recomendados, no mínimo, 3 porções e, no máximo, 5 porções ao dia do grupo 3: frutas frescas (maçã, goiaba, manga, pera, laranja, uva, melão, mamão, morango, melancia), frutas secas (damasco, ameixa, uva-passas e figo), salada de frutas e sucos naturais. Devem ser consumidos segundo orientação nutricional por terem uma quantidade significante de açúcar e calorias.

Vale lembrar que os sucos industriais, mesmo que light/diet, possuem grandes quantidades de açúcar e não entram nesse grupo, além de exigirem cuidados específicos.

 

Grupo 4 – Leites, queijos e iogurtes

É composto por leite e seus derivados (queijos e iogurtes) que são conhecidos como alimentos construtores, ou seja, são aqueles ricos em proteínas animais, que têm a função construir tecidos, de fortalecer ossos e ajudar na cicatrização. Além disso, auxiliam no crescimento durante a infância e adolescência.

São recomendadas 3 porções ao dia desse grupo 4: leite (desnatado, semi-desnatado ou integral), iogurte diet ou comum, queijo magro (ricota, cottage, minas frescal), queijo gordo (prato, cheddar, parmesão, minas curado) e requeijão light ou tradicional.

Um detalhe desse grupo é que parte de seus alimentos (queijos e requeijão) não entram na contagem de carboidratos, porém leite e iogurte devem ser contabilizados.

 

Grupo 5 – Carnes e Ovos

O grupo anterior, é conhecido como alimentos construtores: ricos em proteínas animais, que têm a função de construir novos tecidos e de ajudar no processo de cicatrização. Além disso, auxiliam no crescimento durante a infância, adolescência e na manutenção da massa muscular no envelhecimento.

Como em outros grupos, esses alimentos não são incluídos na contagem de carboidratos por serem compostos basicamente de proteínas mas, nem por isso, podem ser consumidos à vontade.

São recomendadas de 1 a 2 porções ao dia desse grupo 5: carnes variadas (bovinas, suínas, aves e peixes) e ovos. Deve-se dar destaque aos peixes ricos em boas gorduras (sardinha, atum e salmão) e aos cortes magros e sem pele (patinho moído, coxão mole/duro, peito de frango, pernil de porco, tilápia, badejo).

 

Grupo 6 – Leguminosas e oleaginosas

É composto por alimentos ricos em proteínas vegetais e fibras. É conhecido também como alimentos construtores. No caso do feijão e das leguminosas, seus carboidratos devem ser contabilizados. Já as oleaginosas, ricas em boas gorduras, não precisam ser incluídas na contagem, mas nem por isso, devem ser consumidas à vontade.

É recomendada apenas 1 porção dia desse grupo 6: feijão (marrom, branco ou preto) e leguminosas (fava, lentilha, grão de bico, soja, ervilha) e oleaginosas (castanha do Pará, castanha de caju, amêndoas, nozes, amendoim). Podem compor uma importante parte da alimentação das pessoas com diabetes, por serem de baixo índice glicêmico e favorecem a saciedade.

 

Grupo 7 – Óleos e gorduras

É composto por alimentos ricos em gorduras, conhecidos como extra energéticos, ou seja, são fonte de energia mais concentrada que os carboidratos e proteínas. São responsáveis pelo transporte de vitaminas lipossolúveis e pela produção de colesterol. Estão no topo da pirâmide e devem ser consumidos com moderação, pois favorecem o ganho de peso.

É recomendada apenas 1 porção do grupo 7 ao dia: óleos vegetais, manteiga, margarina, maionese e azeite de oliva extra virgem. O ideal é consumir esse grupo em pequenas quantidades, pois já estão presentes tanto na composição com na preparação dos outros alimentos.

É importante que as pessoas com diabetes saibam escolher as gorduras que ingerem, dando preferência aquelas que trazem benefícios à saúde, como oliva extravirgem. Já as gorduras trans e saturadas presentes na manteiga, margarina e frituras oferecem riscos à saúde, como problemas do coração.

 

Grupo 8 – Açúcares e doces

Dividindo o topo da pirâmide alimentar com os óleos e gorduras, está o grupo 8 dos açúcares e doces. É composto por alimentos extra energéticos, principalmente de carboidratos de rápida absorção, além de serem calóricos e de baixo valor nutricional. O que favorece o ganho de peso e prejudica o controle glicêmico.

É recomendada apenas 1 porção do grupo 8 ao dia: açúcar (cristal, refinado, mascavo), mel, sorvete, balas, chocolates, doces, refrigerantes, bebidas adoçadas com xarope e biscoitos recheados. Da mesma forma que as gorduras, esses alimentos devem ser consumidos com moderação ou até evitados, pois já estão presentes na composição ou na preparação de outros alimentos.

Esse tipo de açúcar não inclui os açúcares naturais dos alimentos, como a frutose (fruta) ou a lactose (leite). A rápida velocidade de absorção dos carboidratos desse grupo pode causar alterações bruscas na glicemia, neste caso, a dica é conversar com o nutricionista e juntos planejarem a melhor forma de ingerir esses alimentos.

Como já dito, a pirâmide alimentar é um guia alimentar para a população em geral. Então, vale lembrar que a recomendação nutricional e a definição de um plano alimentar devem ser elaboradas pelo nutricionista, já que cada um tem sua individualidade e necessidade. Além disso, fatores como idade, sexo, medicação e metas também influenciam no controle da glicemia. É essa individualidade que faz com que o tratamento personalizado seja bem sucedido.

 

Guia do diabético: aprenda a mudar sua rotina.

 

 

A abobrinha é um vegetal nutritivo e delicioso, além de ser muito usada na culinária devido seu sabor e textura. O bolinho de abobrinha assado é uma opção saudável tanto para os lanches no meio do dia ou como aperitivo nos finais de semana… Você vai adorar!

 

Rendimento:

24 porções – 75g;

 

Ingredientes:

  • 2 abobrinhas médias – 140g;
  • Ricota fresca amassa – 200g;
  • 1 ovo inteiro – 45g;
  • 2 colheres (sopa) de cheiro-verde picado – 18g;
  • 1 pote (comercial) de iogurte natural desnatado – 170g;
  • 1 xícara (chá) de faria de trigo – 140g;
  • 1 colher (chá) de fermento;
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva ou óleo vegetal – 16ml.

 

Modo de preparo:

  • Em uma tigela, rale abobrinha no ralo grosso e deixe descansar em uma peneira por 10 minutos;
  • Depois, misture o restante dos ingredientes;
  • Com a ajuda de uma colher, modele as bolinhas e coloque-as em um tabuleiro untado com parte do azeite de oliva;
  • Com o restante do azeite, pincele as bolinhas;
  • Coloque para assar em forno alto (200°c), preaquecido, por aproximadamente 20 minutos ou até dourar.
  • Salpique queijo parmesão por cima e está pronto para servir.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Bolinho de abobrinha – 1 unidade-75g – 112Kcal – 15g de CHO

 

Quer aprender mais sobre o cardápio da diabetes? Confira 8 sugestões imperdíveis! 

 

Esse rocambole é difícil de resistir! A combinação da goiabada com o queijo deu muito certo e tem gostinho de Minas…  É um doce surpreendente e delicioso. Nessa receita, vamos te ensinar como preparar um rocambole delicioso e sem açúcar!

 

Rendimento:

  • 12 porções – 65g.

 

Ingredientes:

Massa

  • 2 ovos inteiros – 90g;
  • 4 claras – 120g;
  • 4 colheres (sopa) de farinha de trigo – 80g;
  • 4 colheres (sopa) de adoçante para forno e fogão em pó – 8g;
  • 1 colher (chá) de fermento em pó.

Recheio:

  • Ricota fresca – 200g;
  • ½ xícara (chá) de creme de leite light – 120g;
  • 1 xícara (chá) de geleia de goiabada diet – 230g;
  • 4 colheres (sopa) de adoçante para forno e fogão em pó – 8g;
  • 2 colheres (chá) de essência de baunilha.

 

Modo de preparo:

Massa

  • Bata apenas as claras em neve, depois junte as gemas e o adoçante;
  • Bata até obter uma mistura homogênea e fofa;
  • Delicadamente, acrescente a farinha e o fermento em pó;
  • Coloque a massa em uma assadeira untada com margarina/manteiga e polvilhe com farinha de trigo;
  • Coloque para assar em forno médio (180°c), preaquecido, por cerca de 15 minutos;
  • Reserve.

 

Recheio:

  • Bata no liquidificador ou no mixer, os ingredientes do recheio, exceto a geleia de goiaba;
  • Adicione um pouco de água até a mistura formar um creme liso e grosso.

 

Montagem:

  • Sobre a massa, espalhe o recheio;
  • Distribua metade da geleia e enrole a massa para formar o rocambole;
  • Deixe na geladeira por 20 minutos antes de cortar as fatias;
  • Use o restante da geleia para enfeitar.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Rocambole de goiabada com queijo – 1 fatia-65g – 109Kcal – 12g de CHO

Quer aprender a fazer uma deliciosa receita de torta folhada de legumes? Clique aqui e confira!

 

 

Adquirir hábitos saudáveis como manter o acompanhamento multidisciplinar, ter a alimentação balanceada e a prática de atividade física é essencial para o sucesso no tratamento do diabetes.

A atividade física traz inúmeros benefícios à saúde, pois favorece o controle glicêmico, reduz a sensibilidade à insulina, controla a pressão arterial, melhora o colesterol, auxilia na perda de peso e previne complicações crônicas

Para uma prática segura, sem hipoglicemia ou hiperglicemia, alguns cuidados devem ser tomados antes, durante e após a atividade física. Pensando nisso, preparamos 6 dicas importantes para você!

 

1. Meça sempre a glicemia antes e após o treino

Medir a glicemia antes da atividade física é essencial para prevenir episódios de hipoglicemia. Ao monitorar a glicose é possível evitar a prática em condições não ideais como, por exemplo, em casos de hiperglicemia, pois não é indicado iniciar treinos com os níveis  de glicose elevados. Por esse motivo, é recomendado:

  • Glicemia ideal: entre 120 a 200mg/dL;
  • Glicemia <120mg/dL: risco de hipoglicemia! Ingerir, pelo menos, 15g de carboidratos de rápida absorção;
  • Glicemia >250mg/dL: Hiperglicemia! É recomendado não treinar, pois aumenta a chance do corpo produzir corpos cetônicos e a glicemia continuar a subir. Corrigir com insulina (de acordo com orientação médica) e hidratar bem.

Ressaltamos que em caso de treino superior a 1 hora ou de alta intensidade, também é recomendado medir a glicemia no meio do treino.

Em caso de glicemias superiores a 250 mg/dL, só se deve iniciar a prática da atividade quando for realizado um teste de cetonas e seu resultado der negativo.

 

2. Leve sempre com você carboidratos de rápida absorção

Previna-se! Em casos de hipoglicemia durante o treino, é de extrema importância que você tenha em mãos carboidratos de rápida absorção e de fácil ingestão.

Sugestões de alimentos com carboidrato de rápida absorção: rapadura, sachê de mel, sachê de glicose instantânea, maltodextrina em gel.

Atenção! Os efeitos da atividade física na glicemia pode durar até 6 horas após a sua prática. Portanto, não esqueça de monitorá-la e previna imprevistos!

 

3. Faça alongamentos antes e após o treino

Muitas pessoas não sabem que o alongamento deve ser realizado antes e após a atividade física. Ao alongar você aumenta a flexibilidade muscular e ajuda a manter o corpo menos tenso e mais flexível, permitindo melhor movimentação da articulação, melhor performance e menos dor. Previna lesões!

 

4. Faça sempre um lanche antes de iniciar a atividade física

A alimentação é uma forma de fornecer glicose como fonte de energia para o nosso corpo trabalhar melhor durante a prática da atividade física. Por isso, é imprescindível fazer um pequeno lanche antes de iniciar o treino como forma de prevenção de mal-estar e hipoglicemias, colaborando para a perda de gordura e ganho de massa magra.

O ideal para as pessoas com diabetes é fazer acompanhamento nutricional e planejar um cardápio que associe glicemia e ingestão de carboidrato para prática esportiva.

 

5. Não aplique insulina no local em que o músculo será mais trabalhado

Não é indicado aplicar insulina rápida ou ultra-rápida no local onde a musculatura será mais trabalhada durante o treino como, por exemplo: coxa, perna, barriga ou braço. Como dito anteriormente, a atividade física melhora a sensibilidade à insulina e a captação de glicose pela musculatura. Nesse caso,  a ação da insulina pode ser potencializada pelo músculo e favorecer episódios de hipoglicemias.

 

6. Beba água durante do o treino

Não deixe de beber água antes, durante e após o treino, pois pode causar desidratação. Muitas vezes, a falta de água pode apresentar sintomas como: boca seca, visão turva, tontura e queda do rendimento, que podem ser ignorados ou mesmo confundidos com a variação da glicemia.

A água tem diversas funções no treino: controla a temperatura corporal, previne câimbras e repõe minerais, como o sódio e potássio que são eliminados no suor.

A ingestão de repositores energéticos ou de isotônicos deve ser feita com cautela, uma vez que os mesmo contém carboidratos.

 

Com a temperatura baixa, todo mundo quer comer um bom

prato de sopa quente. Para aproveitar os últimos dias de frio,

separamos uma receita perfeita de sopa de ervilha!

 

Rendimento:

  • 6 porções – 120ml

 

Ingredientes:

  • 1 colher (chá) azeite de oliva – 5ml;
  • 4 dentes de alho picados – 4g;
  • 1 cebola grande picada – 80g;
  • 4 xícaras (chá) de ervilha seca cozida – 540g;
  • 100g de linguiça calabresa em cubos;
  • 1 pitada de pimenta do reino;
  • 1 envelope de caldo de legumes em pó.

 

Modo de preparo:

  • Corte a linguiça em cubos pequenos;
  • Aqueça o azeite em uma panela antiaderente e refogue o alho, a cebola e a linguiça;
  • Tempere com a pimenta e o caldo de legumes. Junte a ervilha com a água reservada;
  • Leve ao fogo por 15 minutos até apurar;
  • Retire e sirva bem quente.

Informações para contagem de carboidratos:

Sopa de ervilha – 1 porção (120ml) – 190Kcal – 26g CHO

Para uma festa de aniversário ou para adoçar o final de
semana. A receita de brigadeiro diet é uma delícia e você ainda
aproveita para fazer a receitinha caseira do nosso leite condensado diet.

 

Rendimento:

  • 22 porções – 15g

 

Ingredientes:

  • 1 receita de leite condensado diet caseiro – 250g;
  • 3 colheres (sopa) de achocolatado diet – 15g;
  • 1 colher (sopa) de manteiga – 15g;
  • 1 colher (sopa) rasa de adoçante culinário dietético para forno e fogão – 2g;
  • ½ xícara (chá) granulado diet para enrolar – 50g.

 

Modo de preparo:

  • Faça a receita do leite condensado diet e reserve;
  • Bata todos os ingredientes no liquidificador;
  • Passe para uma panela e leve ao fogo médio-baixo e mexa sempre até
  • desprender do fundo;
  • Deixe esfriar, enrole os brigadeiros e passe no granulado.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Brigadeiro diet – 1 unidade (15g) – 34Kcal – 6g CHO

 

Confira nossa receita de leite condensado caseiro diet.

 

 

O medidor de glicose é fundamental para quem convive com a diabetes? Muitas pessoas que buscam este aparelho sabem que precisam considerar o preço da fita de glicose e, então, avaliar seu custo-benefício.

Neste post, vamos contar a você um pouco mais sobre o funcionamento e investimento que precisa ser feito para que você tenha sempre fitas novas à disposição para medir seu nível de glicose no sangue.

Assim, você vai entender melhor porque vale a pena contar com o aparelho no seu dia a dia e ter as informações de que precisa para fazer a escolha certa. Acompanhe!

 

O que é e como funciona a fita para medir glicose?

A fita para medir glicose é utilizada junto ao aparelho medidor de glicose para possibilitar a análise do sangue colhido por meio do famoso “furinho no dedo”.

Essa fita é especialmente desenvolvida para que o glicosímetro consiga fazer a leitura da glicemia, permitindo que a pessoa com diabetes se certifique de que seu controle está adequado.

Há na fita uma região devidamente indicada (geralmente por coloração diferente) para indicar o local em que a gota de sangue deve ser colocada. Posteriormente, essa fita deve ter a outra extremidade inserida no aparelho medidor que informará o resultado. Algumas fitas possuem chips que permitem a medição sem o contato com o glicosímetro.

Cada fita para medir glicose só pode ser utilizada uma vez, garantindo que não haja alterações ou erro de leitura no glicosímetro. E é justamente por ser descartável e demandar frequente reposição que o preço da fita para teste da glicemia entra em questão.

 

O preço médio da fita para diabetes:

Avaliar o preço da fita para diabetes é importante para direcionar a escolha do medidor de glicose mais apropriado para você. Isso porque, cada glicosímetro funciona apenas com as fitas de mesma marca e é preciso ter atenção a isso.

O preço da fita, assim como o preço do glicosímetro, varia de um fabricante para o outro e, ainda, em razão de fatores como região do país e quantidade por caixa.

Em média, uma caixa com 50 fitas custa de R$40 e R$120. A diferença de preço se dá, sobretudo, em razão da marca. Mas vale saber que é possível encontrar produtos de qualidade on-line, sem pesar no bolso.

 

Porque contar com um medidor de glicose?

O medidor de glicose é um aparelho que faz parte da rotina de quem tem diabetes, principalmente quando o uso da insulina se faz necessário. Por meio dele, é fácil verificar o nível de glicose no sangue, obtendo informações confiáveis para um controle seguro.

Esse acompanhamento ajuda a verificar como a alimentação está impactando a glicemia, a se certificar de que a medicação está surtindo o efeito esperado, a direcionar a decisão quanto à dose adequada de insulina e, ainda, a identificar variações da glicose em situações pontuais (como antes e depois de atividades físicas).

Dessa forma, o medidor de glicose e suas fitas tornam mais simples a rotina de quem tem diabetes, contribuindo para o que o tratamento seja adequado e para a manutenção da saúde e da qualidade de vida.

 

Ficou interessado em um glicosímetro? Conheça os kits da EasyFy e descubra o mais adequado para você!

 

O Brasil possui mais de 14 milhões de pessoas com diabetes, o que representa nada menos do que 6,9% da população. Saber o que é diabetes, ou estar familiarizado com termos como hipoglicemia e hiperglicemia, é fundamental para compreender a sua situação e tomar boas decisões.

Mas, mais do que isso, é muito importante entender que ao adotar novos hábitos é possível conviver bem com essa doença. E é justamente sobre isso que falaremos nesse artigo especial. Continue lendo e entenda como é possível mudar de rotina para viver bem com diabetes!

 

Hábitos, sua segunda natureza

De acordo com o dicionário, hábito é uma “maneira permanente ou frequente de comportar-se; mania”. Por natureza você não pensa para respirar, andar e piscar os olhos, certo? Essas são atividades que seu corpo realiza de maneira automática, sem precisar envolver a sua consciência.

Da mesma forma, quando você sente fome à tarde e recorre à padaria mais próxima para comprar um pão, sem nem pensar no que está fazendo (ou nas consequências desse alimento em seu organismo) está agindo de maneira inconsciente.

Essa é justamente a primeira coisa que você deve mudar em sua rotina para viver bem com diabetes: trazer para a consciência todos os maus hábitos que oferecem riscos ao equilíbrio correto dos níveis de glicose em seu sangue. Dentre eles podemos destacar, principalmente, a alimentação e a prática de atividades físicas.

 

Alimentação

Tudo que a pessoa com diabetes come ou deixa de comer merece uma atenção especial. A principal dica de alimentação no controle do diabetes não é a restrição alimentar, mas, sim, comer de tudo, em pouca quantidade e várias vezes ao dia.

A melhor alimentação para as pessoas com diabetes é, também, a melhor alimentação para quem não convive com a doença, mas busca uma qualidade melhor de vida.

Isso porque quem convive com essa doença deve optar por alimentos mais saudáveis, como frutas, vegetais, legumes, grãos integrais, leguminosas e carnes magras, além de evitar o excesso de gorduras saturadas, trans, colesterol e carboidratos simples de rápida absorção, que facilita o ganho de peso e prejudica o controle glicêmico.

Cada organismo reage de uma maneira diferente às dietas e tratamentos. Por isso, o ideal é que você procure um nutricionista especializado para fazer um plano alimentar personalizado. Dessa forma é possível potencializar os resultados, atingir as metas do tratamento e acompanhar a evolução da doença com maior precisão.

 

O poder da substituição

Uma vez que você comece a mudar sua alimentação, evitar determinados alimentos, como doces e açúcares, pode ser um verdadeiro desafio. Mesmo que o problema seja o consumo em excesso, muitas vezes é difícil controlar o ímpeto de comer para não ter recaídas.

Nesses casos uma excelente opção é substituir os alimentos contraindicados por outros de menor impacto em sua saúde. É importante saber escolher bem aqueles que se adequem à sua necessidade, sempre considerando a quantidade ingerida.

As frutas também podem ser uma boa sugestão para quem gosta de uma sobremesa ou doce. Mas, atenção! Mesmo sendo saudáveis e ricas em vitaminas e fibras, elas também contêm carboidratos e devem ser consumidas com moderação!

Para entender melhor a substituição é preciso saber que os alimentos foram divididos em grupos de acordo com sua composição nutritiva, por exemplo: carboidratos (pães, massas, arroz, batata), frutas, verduras e legumes, proteínas (carnes, leguminosas ou produtos lácteos), gorduras (boas ou ruins), dentre outras.

As substituições devem ser realizadas sempre de um mesmo grupo de alimentos, respeitando as quantidades estabelecidas em uma porção e melhorando a qualidade nutricional do alimento a ser substituído. Confira a tabela abaixo:

diabetes, tabela, nutrição
Tabela de substituição para diabéticos

 

Lista negra

A diabete eleva os níveis de açúcar no sangue, aumentando o risco de doenças cardíacas e outras complicações crônicas. Alguns alimentos contribuem diretamente nesse quadro, favorecendo o entupimento e o endurecimento de artérias. Por isso, é muito importante que você evite comer essas coisas, optando por alimentos que ofereçam benefícios além das calorias.

Ingredientes e receitas que contenham muito sódio, gorduras trans e saturadas, como os lanches fast food e os produtos industrializados, devem ser consumidos com muita cautela. Produtos lácteos e proteínas animais são fontes ricas em colesterol, por isso também devem ser evitados ou substituídos por uma versão mais saudável.

Mas, atenção! Adultos, crianças e idosos possuem recomendações nutricionais diferentes, por isso, consulte sempre um especialista!

 

Busque orientação de um nutricionista

O acompanhamento médico e nutricional é fundamental para quem convive com a diabetes, independentemente do tipo. Para evitar quadros de hiperglicemia (excesso de açúcar no sangue) ou hipoglicemia (baixa de açúcar no sangue) é preciso estar atento aos detalhes, fazer um monitoramento constante dos níveis de glicose sanguínea e, principalmente, contar com o suporte de bons profissionais.

Peça para seu médico ou nutricionista aponte quais alimentos e ingredientes você deve evitar consumir. Peça, também, para que ele sugira outras opções que podem ser utilizadas para substituí-los em sua rotina alimentar. Com atenção e cuidado é possível conviver muito bem com a diabetes!

 

A prática de exercícios

Existe uma diferença entre praticar exercícios e fazer atividades físicas. Enquanto a primeira se refere a um conjunto sistemático de movimentos, com planejamentos e objetivos específicos, a segunda faz referência a qualquer movimento que retire o corpo do estado de repouso e gaste energia.

De maneira simplificada, praticar exercícios é correr, pular corda, nadar, praticar esportes, dentre outros. Já as atividades físicas incluem uma caminhada até o mercado, subir as escadas até seu apartamento ou fazer uma faxina bem-feita em sua casa.

Entender essa diferença é muito importante, uma vez que a recomendação médica ou de um profissional de educação física muda em cada caso. Existem pacientes cuja prescrição é praticar exercícios para melhorar o controle dos níveis de açúcar no sangue. Para outros, os exercícios físicos em excesso podem ser prejudiciais.

 

Os benefícios de praticar exercícios

Em alguns casos, normalmente onde há um quadro de hipoglicemia ou hiperglicemia crônica, a prática de exercícios não é recomendada. Para a grande maioria das pessoas gastar energia auxilia na manutenção ou perda do peso corporal, contribui para uma melhor circulação do sangue e age na melhoria da qualidade de vida dos pacientes. Ela contribui, também para reduzir o estresse e melhorar a autoestima.

Para as pessoas com diabetes os benefícios do exercício físico são ainda maiores: a prática aumenta o consumo de glicose pelos músculos, ajudando a controlar o diabetes e a reduzir os níveis de hemoglobina glicada. Além disso, melhora o quadro clínico do paciente ao reduzir os níveis de triglicérides, aumenta o HDL (bom colesterol) e ajuda a controlar a hipertensão arterial.

Uma boa dica para tornar a prática de exercícios um hábito em sua vida é escolher aquela que melhor se adapta ao seu gosto e à sua rotina. Quando você consegue se divertir fica mais fácil seguir o plano no dia a dia.

 

Acompanhe os níveis de glicose

Existem duas formas principais de acompanhar os níveis de glicose no sangue. O primeiro é o exame hemoglobina glicada, realizado em laboratório e que deve ser feito de três em três ou seis em seis meses, dependendo do quão controlada está sua condição.

Esse exame é uma forma eficaz de avaliar os níveis médios da glicose sanguínea nos últimos 3 meses. Quanto maior o nível de glicose no sangue, maior é a taxa de hemoglobina glicada. Existem valores de referência para o melhor controle do diabetes, mas, na verdade, é o médico que irá determinar qual é o ideal para você.

Vale lembrar que essa taxa varia não só com a faixa etária do paciente, mas também de acordo com o risco de hipoglicemia e as demais complicações clínicas.

Já o segundo é o teste de glicemia capilar, também conhecido como “exame de ponta de dedo”. Neste a pessoa com diabetes deve retirar uma pequena amostra de sangue, com ajuda de um lancetador, e medir os resultados com ajuda de uma fita reagente e um glicosímetro.

As pessoas com diabetes que precisam acompanhar a variação da glicose diariamente, ou diversas vezes por dia, devem acrescentar mais um hábito à sua rotina: levar sempre consigo o kit para monitorização glicêmica, composto por lancetador, fita reagente e medidor de glicose (glicosímetro). E, claro, a insulina, caso seja necessário.

Esse resultado é fundamental para que você faça as melhores escolhas para seu tratamento, decida o que comer, em qual quantidade e, também, em qual momento. Além disso, caso os níveis estejam muito acima do ideal é preciso aplicar as doses recomendadas de insulina para a correção. Por isso é tão importante manter o kit sempre por perto.

Entender o que é diabetes, as condições de hiperglicemia e hipoglicemia e aprender a reeducar sua alimentação e fazer exercícios físicos com regularidade são passos fundamentais para conviver bem com a doença em seu dia a dia.

Você sabia que ter bons cuidados com o glicosímetro também deve fazer parte da sua rotina? Saiba a hora de trocá-lo!

 

O medidor de glicose faz parte da rotina de muitas pessoas que têm diabetes, principalmente daquelas que fazem uso de insulina e outros medicamentos para tratamento e controle da doença.

Também conhecido como glicosímetro, esse aparelho traz mais praticidade à rotina da pessoa com diabetes, além de fornecer informações seguras que contribuem para a manutenção da saúde e da qualidade de vida.

Quer saber mais? Continue a leitura do post para conhecer os benefícios do uso do glicosímetro e avaliar seu custo-benefício com base também no preço do aparelho de medir glicemia!

 

Como é o uso do glicosímetro

Como mencionado, o glicosímetro é o aparelho utilizado para medir o nível de glicose no sangue de pessoas com diabetes. Para tanto, é preciso contar com um lancetador para fazer o furo no dedo e colocar a gota de sangue coletada em uma das tiras reagentes que acompanham o medidor de glicose.

Em poucos instantes, o aparelho faz a leitura da quantidade de açúcar contida na gota de sangue e apresenta o resultado em seu monitor, favorecendo os cuidados com a saúde do paciente.

O uso do glicosímetro, assim como o do lancetador, é simples e intuitivo. Por isso, seu uso muitas vezes dispensa a ajuda de outras pessoas, garantindo mais independência ao processo de automonitoramento glicêmico.

 

Os benefícios do medidor de glicose

O medidor de glicose fornece informações valiosas para o tratamento e controle da diabetes. Ao detectar alguma alteração dos níveis de glicose sanguínea, o próprio paciente tem condições de comunicar ao médico a sua situação, adiantando ajustes que se façam necessários, como na dosagem e frequência do uso da insulina, por exemplo.

O uso do glicosímetro também permite que a pessoa com diabetes e profissionais da saúde verifiquem a eficácia do tratamento, o impacto da medicação utilizada e, até mesmo, da alimentação adotada como forma de auxiliar o controle da condição.

Além disso, quem opta por comprar o glicosímetro junto com o lancetador automático, tem a vantagem extra de tornar o processo do “furo no dedo” mais rápido e indolor.

 

O preço do glicosímetro

O preço do aparelho de medir glicemia varia de um fabricante para o outro e em razão da sua qualidade e país de fabricação. O aparelho pode ser vendido de forma avulsa, mas o mais interessante é investir na compra de um kit completo, com lancetador e tiras.

Esse kit pode custar, em média, entre R$39 e R$60 na versão que contém o menor número de tiras. Um mesmo fabricante pode apresentar variação de preço entre um kit que acompanha 50 tiras e outro que acompanha 150 das tiras reagentes.

Um glicosímetro só consegue fazer a leitura do sangue coletado quando a tira utilizada é da mesma marca. Por isso, ao fazer a sua escolha, é importante ter em mente a necessidade frequente de adquirir novas tiras e, então, avaliar qual aparelho disponível no mercado possui o melhor custo-benefício com base em suas próprias rotinas de medição dos níveis de glicose.

  

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