Nos dias de hoje tem se discutido muito sobre a ecologia, desperdícios, lixos e tudo aquilo que se prejudica o meio ambiente, mas e você como diabético, tem se conscientizado que você deve ter o cuidado em dobro no seu dia a dia? Pois bem, o descarte adequado dos materiais utilizados pelos diabéticos são de extrema importância uma vez que nas unidades de saúde ele deve ser feito da forma correta. Ao utilizarmos em nossa residência materiais perfurocortantes (agulhas por exemplo) também podemos adotar o hábito fazer o descarte corretamente .

Muitas pessoas portadoras do diabetes não sabem como proceder com o descarte uma vez que não se possui uma legislação específica.  Além disso, não existe uma agenda sobre a conscientização do tema. Uma vez que são materiais de uso individual, é importante nos conscientizarmos sobre o descarte ideal para que outras pessoas não se cortem, furem ou entre em contato com os insumos que utilizamos nos quais em grande maioria contém resíduos perfurocortantes, biológicos e químicos.

Em domicílio esses materiais devem ser armazenados de forma adequada em um  coletor especial que é apropriado para agulhas, lancetas, cateteres,canetas descartáveis e outros materiais que possuem sangue.

 

Onde encontrar?

Esse coletor pode ser  encontrado em algumas farmácias e lojas especializadas ou podemos fazer sua retirada em algumas unidades básicas de saúde, devemos mantê-lo em local adequado e longe de crianças e animais domésticos. Busque os locais indicados acima mais próximos a sua residência ou trabalho e converse sobre o descarte.

 

Quando trocar de coletor?

Quando os descartes atingirem ⅔ do coletor .

 

Onde entregar?

Na Unidade Básica de Saúde mais próxima da sua residência.

Com o descarte correto dos vidros de insulinas, cateteres, agulhas, seringas, lancetas, tiras reagentes e os demais, iremos prevenir a contaminação do meio ambiente, evitamos que outras pessoas se ferem com esses materiais e assim também na prevenção de doenças como a hepatite.

Fazer a nossa parte é o melhor caminho!

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Excelente opção para uma sobremesa no final de semana ou até mesmo para uma festinha de aniversário.

 

Rendimento:

  • 27 porções – 15g

 

Ingredientes:

  • 1 receita de leite condensado caseiro diet– 250g;
  • Coco ralado (50g para enrolar e 100g para o preparo) – 150g;
  • 1 colher de margarina light – 15g;
  • Cravo para enfeitar.

 

Modo de preparo:

  • Faça a receita do leite condensado diet e reserve;
  • Em uma panela, coloque o leite condensado, o coco ralado, margarina e misture bem;
  • Leve ao fogo baixo até pegar consistência firme;
  • Espere esfriar, enrole os beijinhos e passe no coco ralado.

 

 

Informações para contagem de carboidratos:

Beijinho diet – 1 unidade(15g) –  54 Kcal – 4g CHO

 

Confira nossa receita de leite condensado caseiro diet.

Excelente opção para substituir o lanche da tarde, super fácil de fazer.

Rendimento:

  • 4 porções – 80g

 

Ingredientes:

  • 4 fatias de pão de forma 100% integral;
  • 100 ml de leite desnatado;
  • 1 pedaço pequeno de mussarela light – 60g;
  • 1 unidade pequena de tomate – 50g;
  • 1 palmito – 100g;   
  • 1 cebola pequena – 50g;
  • 1 pimentão pequeno – 50g;
  • orégano a gosto.

 

Modo de preparo:

  • Pique a cebola, pimentão, tomate e o palmito, reserve em um recipiente;
  • Rale a mussarela e reserve-a;
  • Molhe os pães de forma com o leite desnatado, coloque a mussarela, tomate, pimentão, cebola, palmito e coloque o orégano à gosto, leve ao forno até derreter o queijo.

     

Informações para contagem de carboidratos:

Pizza de pão de forma – 1 unidade de 80g – 126Kcal – 13g de CHO

                                           

Aproveite e confira a nossa deliciosa receita de Smoothie de manga.

 

Uma receita leve, com pouco carboidrato e super fácil de fazer.

 

Rendimento:

  • 7 porções – 100g

 

Ingredientes:

  • 2 garrafinhas de iogurte de morango light – 340g;
  • 1 xícara (chá) de água – 250 ml;
  • 1 caixinha de gelatina de morango diet – 12g;
  • 1 caixinha de creme de leite light – 200g;

 

Modo de preparo:

  • Coloque a xícara de água para ferver e logo após dissolva o sachê de gelatina diet;
  • Reserve em um recipiente e leve ao freezer até esfriar;
  • Após a gelatina esfriar, coloque  tudo no liquidificador e bata bem por  3 minutos, coloque em um recipiente e leve à geladeira até ficar com consistência firme e bem gelado;

 

Informações para contagem de carboidratos:

Espuma de morango – 1 copinho de 100g – 66Kcal – 4g de CHO

 

Aproveite e conheça a nossa deliciosa receita de bolinho de abobrinha assado.

 

Além de leve e fofo, o pãozinho de linhaça pode ser uma ótima opção para substituir  o pão francês. O melhor de tudo é que essa receita low carb fica pronta rapidinho e não tem risco de errar!

 

Rendimento:

  • 8 porções – 25g

 

Ingredientes:

  • 4 ovos inteiros – 180g
  • 2 xícaras (chá) de farinha de linhaça dourada/marrom – 160g;
  • 4 colheres (sopa) de manteiga derretida – 32g;
  • 1 colher (chá) de fermento em pó – 5g;
  • Sal à gosto;
  • Gergelim para decorar.

 

Modo de preparo:

  • Em uma vasilha, coloque todos os ingredientes menos o gergelim;
  • Delicadamente, acrescente a farinha e o fermento em pó;
  • Misture bem a massa e deixe descansar por 20 minutos em local mais abafado;
  • Disponha as porções de massa na assadeira untada e enfarinhada;
  • Decore com o gergelim e leve aso forno, preaquecido, a 180°c por 30 minutos.

 

Dica:

  • Se quiser, pode adicionar passas ou ervas.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Pão de linhaça – 1 unidade pequena-25g – 153Kcal – 8g de CHO

 

Aproveite e confira a nossa deliciosa receita de Smoothie de manga.

receita do bolo de banana com aveia é maravilhosa. Basta bater os ingredientes no liquidificador e pronto! Sem farinha, sem açúcar e com um toque de canela.  

 

Rendimento:

  • 12 porções – 40g

 

Ingredientes:

  • 2 ovos inteiros – 90g;
  • ½ xícara (chá) de uvas passas pretas – 67g;
  • ¼ xícaras (chá) de óleo – 60ml;
  • 2 xícaras (chá) de flocos de aveia – 160g;
  • 2 bananas nanicas bem maduras – 85g;
  • 1 colher (sopa) de adoçante culinário para forno e fogão – 2g;
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó – 10g.

 

Modo de preparo:

  • No liquidificador, bata todos os ingredientes;
  • Coloque o fermento por último;
  • A massa fica bem densa;
  • Unte e polvilhe uma assadeira com farinha de trigo ou farinha de aveia;
  • Leve para assar em forno, preaquecido, a 200°c por 35 minutos;
  • OBS: O tempo para assar, depende muito de cada forno. Faça o teste do palito para confirmar se está bem assado. Só abra o forno após 30 minutos para não murchar;
  • Na hora de servir, polvilhe canela.

Informações para contagem de carboidratos:

Bolo de banana diet – 1 fatia média (40g) – 122Kcal – 13g de CHO

 

Quer saber mais sobre alimentação saudável? Então confira o nosso artigo completo: Entendendo a pirâmide alimentar!

 

 

A pirâmide alimentar é uma maneira simples de classificar os alimentos em diferentes grupos segundo suas composições nutricionais. Através da representação gráfica, a pirâmide alimentar é um guia para quem busca uma alimentação saudável.

O conceito de grupos alimentares surgiu em 1990, nos Estados Unidos. Mas, como os hábitos alimentares mudam de um país para outro, o Departamento de Nutrição da USP (Universidade de São Paulo), em 1999, criou a versão brasileira.

Na nova pirâmide alimentar, além de focar na alimentação saudável, destaca também a importância de praticar uma atividade física e da hidratação.

 

Entendendo os grupo alimentares

Grupo 1 – Cereais, pães, farinhas, massas, raízes e tubérculos

É composto por alimentos energéticos que devem ser consumidos em maior proporção por oferecerem energia ao organismo. Ricos em carboidratos, alguns podem facilmente serem absorvidos e aumentarem rapidamente a glicemia. Por isso, conhecer as diferentes fontes e seus efeitos na glicemia é fundamental para o controle glicêmico ou para perda de peso.

É importante priorizar o consumo dos carboidratos ricos em fibras que retardam o tempo de absorção da glicose e evitam picos prejudiciais ao controle. São recomendados 6 porções ao dia do grupo 1: grãos cereais (farelo de aveia ou trigo), arroz branco e integral, pães brancos e integrais, farinha de trigo branca e integral, macarrão comum e integral, batatas doce ou inglesa, milho ou mandioca.

 

Grupo 2 – Verduras e legumes

É composto por alimentos de origem vegetal, conhecidos como reguladores por fornecerem vitaminas, minerais e fibras que regulam o funcionamento do organismo. Não há necessidade de contar carboidratos desse grupo, desde que o paciente respeite a quantidade estabelecida. Caso ultrapasse a recomendação, alguns alimentos como cenoura e beterraba devem ser contabilizados.

Por serem ricas em fibras, as hortaliças contribuem no controle da glicose, na saciedade e no bom funcionamento do intestino. São recomendados, no mínimo, 3 porções ao dia do grupo 2: vegetais folhosos (rúcula, alface, repolho, agrião, couve), legumes (abobrinha, chuchu, beringela, abóbora moranga, pepino, couve flor, cenoura, beterraba, tomate).

 

Grupo 3 – Frutas

Também é composto por alimentos de origem vegetal, conhecidos como reguladores por fornecerem vitaminas, minerais, água e fibras que regulam o funcionamento do organismo. Ao contrário do grupo anterior, é necessário contar os carboidratos das frutas. Isso porque, até mesmo a frutose (açúcar presente nas frutas), apesar de natural também aumentam a glicose e podem prejudicar o controle glicêmico da pessoa com diabetes.

São recomendados, no mínimo, 3 porções e, no máximo, 5 porções ao dia do grupo 3: frutas frescas (maçã, goiaba, manga, pera, laranja, uva, melão, mamão, morango, melancia), frutas secas (damasco, ameixa, uva-passas e figo), salada de frutas e sucos naturais. Devem ser consumidos segundo orientação nutricional por terem uma quantidade significante de açúcar e calorias.

Vale lembrar que os sucos industriais, mesmo que light/diet, possuem grandes quantidades de açúcar e não entram nesse grupo, além de exigirem cuidados específicos.

 

Grupo 4 – Leites, queijos e iogurtes

É composto por leite e seus derivados (queijos e iogurtes) que são conhecidos como alimentos construtores, ou seja, são aqueles ricos em proteínas animais, que têm a função construir tecidos, de fortalecer ossos e ajudar na cicatrização. Além disso, auxiliam no crescimento durante a infância e adolescência.

São recomendadas 3 porções ao dia desse grupo 4: leite (desnatado, semi-desnatado ou integral), iogurte diet ou comum, queijo magro (ricota, cottage, minas frescal), queijo gordo (prato, cheddar, parmesão, minas curado) e requeijão light ou tradicional.

Um detalhe desse grupo é que parte de seus alimentos (queijos e requeijão) não entram na contagem de carboidratos, porém leite e iogurte devem ser contabilizados.

 

Grupo 5 – Carnes e Ovos

O grupo anterior, é conhecido como alimentos construtores: ricos em proteínas animais, que têm a função de construir novos tecidos e de ajudar no processo de cicatrização. Além disso, auxiliam no crescimento durante a infância, adolescência e na manutenção da massa muscular no envelhecimento.

Como em outros grupos, esses alimentos não são incluídos na contagem de carboidratos por serem compostos basicamente de proteínas mas, nem por isso, podem ser consumidos à vontade.

São recomendadas de 1 a 2 porções ao dia desse grupo 5: carnes variadas (bovinas, suínas, aves e peixes) e ovos. Deve-se dar destaque aos peixes ricos em boas gorduras (sardinha, atum e salmão) e aos cortes magros e sem pele (patinho moído, coxão mole/duro, peito de frango, pernil de porco, tilápia, badejo).

 

Grupo 6 – Leguminosas e oleaginosas

É composto por alimentos ricos em proteínas vegetais e fibras. É conhecido também como alimentos construtores. No caso do feijão e das leguminosas, seus carboidratos devem ser contabilizados. Já as oleaginosas, ricas em boas gorduras, não precisam ser incluídas na contagem, mas nem por isso, devem ser consumidas à vontade.

É recomendada apenas 1 porção dia desse grupo 6: feijão (marrom, branco ou preto) e leguminosas (fava, lentilha, grão de bico, soja, ervilha) e oleaginosas (castanha do Pará, castanha de caju, amêndoas, nozes, amendoim). Podem compor uma importante parte da alimentação das pessoas com diabetes, por serem de baixo índice glicêmico e favorecem a saciedade.

 

Grupo 7 – Óleos e gorduras

É composto por alimentos ricos em gorduras, conhecidos como extra energéticos, ou seja, são fonte de energia mais concentrada que os carboidratos e proteínas. São responsáveis pelo transporte de vitaminas lipossolúveis e pela produção de colesterol. Estão no topo da pirâmide e devem ser consumidos com moderação, pois favorecem o ganho de peso.

É recomendada apenas 1 porção do grupo 7 ao dia: óleos vegetais, manteiga, margarina, maionese e azeite de oliva extra virgem. O ideal é consumir esse grupo em pequenas quantidades, pois já estão presentes tanto na composição com na preparação dos outros alimentos.

É importante que as pessoas com diabetes saibam escolher as gorduras que ingerem, dando preferência aquelas que trazem benefícios à saúde, como oliva extravirgem. Já as gorduras trans e saturadas presentes na manteiga, margarina e frituras oferecem riscos à saúde, como problemas do coração.

 

Grupo 8 – Açúcares e doces

Dividindo o topo da pirâmide alimentar com os óleos e gorduras, está o grupo 8 dos açúcares e doces. É composto por alimentos extra energéticos, principalmente de carboidratos de rápida absorção, além de serem calóricos e de baixo valor nutricional. O que favorece o ganho de peso e prejudica o controle glicêmico.

É recomendada apenas 1 porção do grupo 8 ao dia: açúcar (cristal, refinado, mascavo), mel, sorvete, balas, chocolates, doces, refrigerantes, bebidas adoçadas com xarope e biscoitos recheados. Da mesma forma que as gorduras, esses alimentos devem ser consumidos com moderação ou até evitados, pois já estão presentes na composição ou na preparação de outros alimentos.

Esse tipo de açúcar não inclui os açúcares naturais dos alimentos, como a frutose (fruta) ou a lactose (leite). A rápida velocidade de absorção dos carboidratos desse grupo pode causar alterações bruscas na glicemia, neste caso, a dica é conversar com o nutricionista e juntos planejarem a melhor forma de ingerir esses alimentos.

Como já dito, a pirâmide alimentar é um guia alimentar para a população em geral. Então, vale lembrar que a recomendação nutricional e a definição de um plano alimentar devem ser elaboradas pelo nutricionista, já que cada um tem sua individualidade e necessidade. Além disso, fatores como idade, sexo, medicação e metas também influenciam no controle da glicemia. É essa individualidade que faz com que o tratamento personalizado seja bem sucedido.

 

Guia do diabético: aprenda a mudar sua rotina.

 

 

A abobrinha é um vegetal nutritivo e delicioso, além de ser muito usada na culinária devido seu sabor e textura. O bolinho de abobrinha assado é uma opção saudável tanto para os lanches no meio do dia ou como aperitivo nos finais de semana… Você vai adorar!

 

Rendimento:

24 porções – 75g;

 

Ingredientes:

  • 2 abobrinhas médias – 140g;
  • Ricota fresca amassa – 200g;
  • 1 ovo inteiro – 45g;
  • 2 colheres (sopa) de cheiro-verde picado – 18g;
  • 1 pote (comercial) de iogurte natural desnatado – 170g;
  • 1 xícara (chá) de faria de trigo – 140g;
  • 1 colher (chá) de fermento;
  • 2 colheres (sopa) de azeite de oliva ou óleo vegetal – 16ml.

 

Modo de preparo:

  • Em uma tigela, rale abobrinha no ralo grosso e deixe descansar em uma peneira por 10 minutos;
  • Depois, misture o restante dos ingredientes;
  • Com a ajuda de uma colher, modele as bolinhas e coloque-as em um tabuleiro untado com parte do azeite de oliva;
  • Com o restante do azeite, pincele as bolinhas;
  • Coloque para assar em forno alto (200°c), preaquecido, por aproximadamente 20 minutos ou até dourar.
  • Salpique queijo parmesão por cima e está pronto para servir.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Bolinho de abobrinha – 1 unidade-75g – 112Kcal – 15g de CHO

 

Quer aprender mais sobre o cardápio da diabetes? Confira 8 sugestões imperdíveis! 

 

Esse rocambole é difícil de resistir! A combinação da goiabada com o queijo deu muito certo e tem gostinho de Minas…  É um doce surpreendente e delicioso. Nessa receita, vamos te ensinar como preparar um rocambole delicioso e sem açúcar!

 

Rendimento:

  • 12 porções – 65g.

 

Ingredientes:

Massa

  • 2 ovos inteiros – 90g;
  • 4 claras – 120g;
  • 4 colheres (sopa) de farinha de trigo – 80g;
  • 4 colheres (sopa) de adoçante para forno e fogão em pó – 8g;
  • 1 colher (chá) de fermento em pó.

Recheio:

  • Ricota fresca – 200g;
  • ½ xícara (chá) de creme de leite light – 120g;
  • 1 xícara (chá) de geleia de goiabada diet – 230g;
  • 4 colheres (sopa) de adoçante para forno e fogão em pó – 8g;
  • 2 colheres (chá) de essência de baunilha.

 

Modo de preparo:

Massa

  • Bata apenas as claras em neve, depois junte as gemas e o adoçante;
  • Bata até obter uma mistura homogênea e fofa;
  • Delicadamente, acrescente a farinha e o fermento em pó;
  • Coloque a massa em uma assadeira untada com margarina/manteiga e polvilhe com farinha de trigo;
  • Coloque para assar em forno médio (180°c), preaquecido, por cerca de 15 minutos;
  • Reserve.

 

Recheio:

  • Bata no liquidificador ou no mixer, os ingredientes do recheio, exceto a geleia de goiaba;
  • Adicione um pouco de água até a mistura formar um creme liso e grosso.

 

Montagem:

  • Sobre a massa, espalhe o recheio;
  • Distribua metade da geleia e enrole a massa para formar o rocambole;
  • Deixe na geladeira por 20 minutos antes de cortar as fatias;
  • Use o restante da geleia para enfeitar.

 

Informações para contagem de carboidratos:

Rocambole de goiabada com queijo – 1 fatia-65g – 109Kcal – 12g de CHO

Quer aprender a fazer uma deliciosa receita de torta folhada de legumes? Clique aqui e confira!

 

 

Adquirir hábitos saudáveis como manter o acompanhamento multidisciplinar, ter a alimentação balanceada e a prática de atividade física é essencial para o sucesso no tratamento do diabetes.

A atividade física traz inúmeros benefícios à saúde, pois favorece o controle glicêmico, reduz a sensibilidade à insulina, controla a pressão arterial, melhora o colesterol, auxilia na perda de peso e previne complicações crônicas

Para uma prática segura, sem hipoglicemia ou hiperglicemia, alguns cuidados devem ser tomados antes, durante e após a atividade física. Pensando nisso, preparamos 6 dicas importantes para você!

 

1. Meça sempre a glicemia antes e após o treino

Medir a glicemia antes da atividade física é essencial para prevenir episódios de hipoglicemia. Ao monitorar a glicose é possível evitar a prática em condições não ideais como, por exemplo, em casos de hiperglicemia, pois não é indicado iniciar treinos com os níveis  de glicose elevados. Por esse motivo, é recomendado:

  • Glicemia ideal: entre 120 a 200mg/dL;
  • Glicemia <120mg/dL: risco de hipoglicemia! Ingerir, pelo menos, 15g de carboidratos de rápida absorção;
  • Glicemia >250mg/dL: Hiperglicemia! É recomendado não treinar, pois aumenta a chance do corpo produzir corpos cetônicos e a glicemia continuar a subir. Corrigir com insulina (de acordo com orientação médica) e hidratar bem.

Ressaltamos que em caso de treino superior a 1 hora ou de alta intensidade, também é recomendado medir a glicemia no meio do treino.

Em caso de glicemias superiores a 250 mg/dL, só se deve iniciar a prática da atividade quando for realizado um teste de cetonas e seu resultado der negativo.

 

2. Leve sempre com você carboidratos de rápida absorção

Previna-se! Em casos de hipoglicemia durante o treino, é de extrema importância que você tenha em mãos carboidratos de rápida absorção e de fácil ingestão.

Sugestões de alimentos com carboidrato de rápida absorção: rapadura, sachê de mel, sachê de glicose instantânea, maltodextrina em gel.

Atenção! Os efeitos da atividade física na glicemia pode durar até 6 horas após a sua prática. Portanto, não esqueça de monitorá-la e previna imprevistos!

 

3. Faça alongamentos antes e após o treino

Muitas pessoas não sabem que o alongamento deve ser realizado antes e após a atividade física. Ao alongar você aumenta a flexibilidade muscular e ajuda a manter o corpo menos tenso e mais flexível, permitindo melhor movimentação da articulação, melhor performance e menos dor. Previna lesões!

 

4. Faça sempre um lanche antes de iniciar a atividade física

A alimentação é uma forma de fornecer glicose como fonte de energia para o nosso corpo trabalhar melhor durante a prática da atividade física. Por isso, é imprescindível fazer um pequeno lanche antes de iniciar o treino como forma de prevenção de mal-estar e hipoglicemias, colaborando para a perda de gordura e ganho de massa magra.

O ideal para as pessoas com diabetes é fazer acompanhamento nutricional e planejar um cardápio que associe glicemia e ingestão de carboidrato para prática esportiva.

 

5. Não aplique insulina no local em que o músculo será mais trabalhado

Não é indicado aplicar insulina rápida ou ultra-rápida no local onde a musculatura será mais trabalhada durante o treino como, por exemplo: coxa, perna, barriga ou braço. Como dito anteriormente, a atividade física melhora a sensibilidade à insulina e a captação de glicose pela musculatura. Nesse caso,  a ação da insulina pode ser potencializada pelo músculo e favorecer episódios de hipoglicemias.

 

6. Beba água durante do o treino

Não deixe de beber água antes, durante e após o treino, pois pode causar desidratação. Muitas vezes, a falta de água pode apresentar sintomas como: boca seca, visão turva, tontura e queda do rendimento, que podem ser ignorados ou mesmo confundidos com a variação da glicemia.

A água tem diversas funções no treino: controla a temperatura corporal, previne câimbras e repõe minerais, como o sódio e potássio que são eliminados no suor.

A ingestão de repositores energéticos ou de isotônicos deve ser feita com cautela, uma vez que os mesmo contém carboidratos.